MISSÃO: ALIÁ

MISSÃO: ALIÁ

Yehuda Singson, membro da comunidade Bnei Menashe, fez aliá de Manipur, Índia, em 2007, com a ajuda da Shavei Israel.
Estabelecendo-se inicialmente em Pardes Chana, Yehuda, então com 30 anos de idade, mudou-se depois para Maalot, onde estudou na yeshiva e acabou casando com a sua esposa, Atira, em 2009.
Eles viveram em várias comunidades do norte, Yehuda estudou CNC e trabalhou nesta área numa fábrica durante cinco anos, continuando sempre a estudar Torá ao mesmo tempo. Yehuda descobriu que a sua vocação não estava nas fábricas mas sim no trabalho judaico comunitário, e que melhor trabalho do que ajudar a sua própria comunidade Bnei Menashe?
Por fim, Yehuda e Atira mudaram-se para Kiryat Shemoneh, onde vivem até hoje com os seus seis filhos. Yehuda assumiu o importante cargo de Coordenador da Comunidade Bnei Menashe para Kiryat Shemoneh, onde ajuda a facilitar a integração e adaptação dos 208 membros da comunidade Bnei Menashe que vivem nessa localidade.
Mas, há algumas semanas, Yehuda embarcou numa missão de dois meses na Índia, onde estará a ensinar e a preparar os Bnei Menashe para a aliá. Fluente em Mizo e Kuki, as principais línguas faladas pelos Bnei Menashe em Manipur e Mizoram, Yehuda será capaz de trabalhar com todos os Bnei Menashe para ajudar a fortalecer os seus conhecimentos de Judaísmo, Torá e mitzvot (mandamentos).
Desejamos-lhe muito sucesso!!
A família Singson:
As boas-vindas a Yehuda Singson em Manipur, na India:
FAZENDO A DIFERENÇA… COM ARROZ!

FAZENDO A DIFERENÇA… COM ARROZ!

Nesta época desafiadora que afetou literalmente o mundo inteiro, é sempre comovente ver quando as pessoas se prontificam a tornar a vida um pouco mais fácil para os seus semelhantes. Recentemente, o Covid-19 atingiu a Índia de modo particularmente forte. Espalhou-se por todo o país, e muitos Bnei Menashe, que vivem principalmente nos estados do nordeste de Manipur e Mizoram, ficaram sem trabalho, lutando para sobreviver enquanto aguardavam a oportunidade de fazer aliá a Israel.
Tivemos que alterar imediatamente as nossas prioridades, deixando temporariamente de parte o sonho da Aliá para nos dedicarmos à realidade das necessidades mais básicas. Como o arroz é o alimento básico da dieta indiana (uma família típica da Índia consome cerca de um quilo de arroz por dia), concentrámo-nos em atender essa necessidade. O nosso modesto objetivo era fornecer um saco de 100 quilos de arroz a 100 famílias Bnei Menashe, em Manipur e Mizoram; o suficiente para mais de três meses, para ajudá-las nesse momento difícil.
Ficamos maravilhados com a generosidade imediata dos nossos amigos e apoiantes em todo o mundo, que fizeram com que o mais difícil da nossa campanha não fosse a angariação de fundos mas sim a distribuição física dos sacos enormes entre as famílias.
Queremos apenas agradecer o vosso apoio e mostrar algumas fotos da operação bem-sucedida. Que o próximo projeto Bnei Menashe de sucesso seja a Aliá para Israel!
É possível regressar às origens do judaísmo?

É possível regressar às origens do judaísmo?

Como podemos distinguir entre o que é divino e o que foi gerado pelos sábios? O que é original e o que evoluiu depois?

Artigo de MISHAEL DICKMAN, fotografias de LAURA BEN-DAVID

Jovens BNEI MENASHE em Manipur, Índia, vestindo trajes tradicionais. Observe as suas franjas tradicionais misturadas com as franjas modernas de seus tzitzit.

O judaísmo é uma tradição ligada diretamente à Bíblia, que nos leva de volta ao Monte Sinai, ou seja, a palavra original de De’s? Ou é um código legislativo geral que evoluiu lentamente ao longo dos anos até ao que é hoje?

Se nos aprofundarmos no Talmud, provavelmente perder-nos-emos rapidamente, devido à sua grande riqueza de ensinamentos e explicações e, sobretudo, pela existência de debates sobre quase tudo o que existe à face da Terra. Como podemos distinguir entre o que é divino e o que foi gerado pelos sábios? O que é original e o que evoluiu depois?

Muitos historiadores tentaram responder a estas questões. Para cada historiador, temos uma teoria diferente (e às vezes até mais do que uma), o que nos deixa onde começámos.

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