As comunidades da Shavei Israel comemoraram os 68 anos de Israel

Israel celebra seu 68º aniversário esta noite com a transição do Yom HaZicharon – Dia da Memória – para o Dia da Independência, quando o sol se por sobre o Mar Mediterrâneo.

Este é um dia muito especial para a Shavei Israel – afinal, nosso nome significa literalmente “A volta de Israel”. Por isso, é com grande alegria que desejamos à todas as comunidades que apoiamos – e todos aqueles que nos ajudam a apoiar estas comunidades – um feliz Yom Ha’atzmaut!

A Shavei Israel tem sido privilegiada na última década ao ajudar à milhares de judeus de tribos perdidas e comunidades judaicas “escondidas” a retornar tanto ao povo judeu quanto ao moderno Estado Judeu. Não poderíamos fazê-lo sem você – portanto ajude-nos a soprar as velas em nosso grande bolo de aniversário sionista, navegando pelas páginas do nosso site, aonde você vai encontrar centenas de histórias de judeus de todo o mundo – de Portugal ao Peru , da Índia à Itália, e da Sibéria à Safed.

Aqui está uma rápida atualização sobre o quê as comunidades que a Shavei Israel apoia, estão planejando para o Dia da Memória e o Dia da Independência, este ano:
Portugal

Yom Ha’atzmaut é comemorado na sinagoga com orações especiais, muitas vezes incluindo um Hallel festivo – dando graças a D’s pelo milagre do renascimento de Israel como uma nação moderna. A comunidade de Belmonte vai realizar orações especiais, incluindo um serviço memorial para os soldados que servem as Forças de Defesa de Israel.

 

 

El Salvador

A comunidade Bnei Anussim, Beit Israel, de San Salvador também vai realizar orações especiais em Yom Ha’atzmaut na sinagoga. A comunidade vai contar histórias históricas e cantar o “Hatikva”, o hino nacional de Israel.

 

 

Colômbia

O Hotel Lancaster em Bogotá será o local das festividades de Yom Ha’atzmaut, este ano. O evento principal será uma festa “israelita”, com a exibição de um filme israelense, música israelita e comida israelense. (Será Bamba?)

 

 

Itália

Em San Nicandro, as comunidades Bnei Anussim irão realizar orações especiais, tanto em honra ao Yom HaZicaron quanto em celebração ao Yom Ha’atzmaut.

 

 

Kaifeng

As 5 mulheres judias chinesas que a Shavei Israel ajudou a fazer Aliá no início deste ano, irão comemorar seu primeiro Yom Ha’atzmaut em Israel, na Midreshet Lindenbaum, uma midrasha Jerusalém, onde já estão estudando. Junto com suas colegas de classe, elas irão participar de uma série de cerimônias, orações especiais e procissões da bandeira. Na noite de Yom Ha’atzmaut, elas irão participar de uma festa anual de dança israeli na Praça Safra na frente da prefeitura de Jerusalém. Em seguida, no dia de Yom Ha’atzmuat, irão fazer um piquenique na Haas Promenade, com vista para a Cidade Velha e uma curta caminhada desde a midrasha.

 

 

Bnei Menashe

Yom Ha’atzmaut é sempre comemorado com grande entusiasmo nos estados indianos de Manipur e Mizoram e, este ano não será diferente. 800 pessoas estão sendo esperadas nas festividades de Yom Ha’atzmaut em Manipur, em três locais diferentes, incluindo comida, música e dança. Em Mizoram, a comunidade vai levantar a bandeira nacional de Israel, cantar o “Hatikva”, e colocar em prática algo chamado a “dança do bambu”. Não temos exatamente certeza do que significa mas iremos postar fotos na próxima semana.

Para os Bnei Menashe que fizeram Aliá e já estão em Israel, haverão diferentes atividades em cada local.

Os Bnei Menashe de Tiberíades estarão realizando um passeio em Haifa, onde irão visitar o “Museu da Imigração Clandestina.” O Ministério de Absorção de Israel está fornecendo transporte de ônibus para os mais novos (e felizmente não clandestinos) imigrantes de Israel.

Os Bnei Menashe de Alta Nazareth, Kiryat Shemona e Ma’alot estarão comemorando a festa com seus Garinei Toranim locais – grupos de jovens israelenses que têm sido fundamentais para ajudar com a absorção dos Bnei Menashe. Na Alta Nazaré, os Bnei Menashe e o Garin Torani estão unindo forças para fazer acontecer um passeio para Ramat Aviv, no Museu da Força Aérea, durante o dia.

O pai do sionismo sefaradita

O sionismo moderno é uma criação Ashkenazi, ou pelo menos o que a maioria das pessoas pensam. Afinal de contas, a Organização Sionista Mundial foi fundada na Europa em 1897 e dominada por judeus Ashkenazim, que também formaram as massas dos pioneiros que construíram a terra e, em seguida, declararam a criação do Estado.

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Quem começou a Guerra da Independência do Estado de Israel, em 1948?

PERGUNTA –> Quem começou a Guerra da Independência do Estado de Israel, em 1948?

1367590-5RESPOSTA –> Os árabes deixaram claro que iriam sair a guerra para impedir a criação de um Estado Judeu. O presidente do Alto Comitê Árabe disse que os árabes “lutariam por cada centímetro do país”. Dois dias depois, os”santos homens” da Universidade de Al-Azhar no Cairo convocaram o mundo muçulmano para proclamar a Jihad (guerra santa) contra os judeus. Jamal Husseini, porta-voz do Alto Comitê Árabe, havia avisado à ONU (em 1947) que os árabes encharcariam “o solo do nosso amado país, com a última gota de nosso sangue….”.

A previsão de Husseini começou a se tornar realidade quase que imediatamente após a ONU adotar a resolução da partilha, em 29 de novembro de 1947. Os árabes sairam as ruas, protestando e instigando tumultos que causaram a morte de 62 judeus e 32 árabes. A violência continuou a crescer até o final daquele ano.

Os primeiros ataques em grande escala começaram em 9 de janeiro de 1948, quando cerca de 1.000 árabes atacaram comunidades judaicas no norte da Palestina. Na primeira fase da guerra, que durou de 29 de novembro de 1947, até 1 de Abril de 1948, os árabes palestinos tomaram a ofensiva, com a ajuda de voluntários dos países vizinhos. Os judeus sofreram pesadas baixas e os caminhos na maioria de suas principais estradas, foram interrompidos.

Em 4 de maio de 1948, a Legião Árabe atacou Kfar Etzion. Os poucos defensores conseguiram segurar os ataques, mas a legião voltou uma semana depois. Depois de dois dias, os colonos mal equipados e em menor número foram surpreendidos. Muitos defensores foram massacrados mesmo depois de terem se rendido. Este ataque foi antes da invasão dos exércitos dos países árabes vizinhos que se seguiu a declaração de independência de Israel. Read more

O Assassinato de uma Sonhadora

Karen-Yemima-Mosquera-terror-victim-10.2014-300x300Um terrorista árabe assassinou a Karen Yemima Mosquera, uma convertida proveniente do Equador, mas não conseguiu destruir todos os seus sonhos.

Por Sara Yoheved Rigler

Karen Mosquera, que nasceu em uma família cristã, no Equador, tinha 17 anos quando sua pesquisa genealógica revelou que o lado de sua mãe era descendente de “conversos”, judeus espanhóis que haviam se convertido ao cristianismo no século XV, durante a Inquisição.

“Ela nunca aceitou os ensinamentos da igreja”, diz Yael Barros, uma brasileira, a melhor amiga de Karen no programa de estudos judaicos da Cidade Velha de Jerusalém. Yael está sentada em seu quarto, ao lado da cama que costumava ser de Karen, até ser assassinada em um ataque terrorista em uma das estações de trem em Jerusalém. Um terrorista árabe acelerou com seu carro em alta velocidade em direção a uma multidão de pedestres, matando um bebê de três meses de idade e ferindo gravemente Karen de 22 anos de idade.

downloadEla lutou contra o anjo da morte por quatro dias.

“Qualquer outra pessoa teria morrido com o impacto”, atesta Sabrina, uma prima de Karen que a viu com seus terríveis ferimentos na UTI do hospital. “Mas Karen Yemima esteve extremamente determinada. Ela lutou contra o anjo da morte por quatro dias”. No domingo 26 de outubro, Karen sucumbiu aos ferimentos, e naquela mesma noite foi enterrada no Monte das Oliveiras.

“Karen Yemima não sentia que os ensinamentos da Igreja eram verdadeiros”, diz a amiga Yael. “Ela me disse que quando começou a estudar a Torá e as Mitsvot, tudo começou a fazer sentido para ela. E estava muito feliz por poder estudar a Torá, como nunca esteve antes em sua vida.”

Converter-se ao judaísmo no Equador é um processo extremamente árduo. Não há tribunais de conversão e há muito poucos de estudos judaicos, especialmente em sua cidade natal, Guayaquil. Mas Karen sempre sonhou em ir para Israel.

Como era uma jovem muito inteligente, aos 18 anos, recebeu uma bolsa de estudos integral para a Universidade de Guayaquil, e, embora passasse o dia estudando psicologia, ela permanecia acordada durante a maior parte da noite estudando o Judaísmo, pela Internet. Através de uma amiga judia, Karen conheceu, on-line, o Rabino israelense, Gabriel Geiber, que também falava espanhol. Profundamente impressionado com o interesse intenso que Karen possuía, o Rabino Geiber começou a lhe ensinar através do computador. Karen começou a cumprir as Mitsvot, rezar as orações judaicas, fazer as bênçãos sobre os alimentos e vestir-se modestamente.

Sua mãe e sua irmã mais nova seguiram o exemplo. Como muitos descendentes de cristãos-novos, a mãe de Karen, Cecilia Rosa, observava alguns costumes que só mais tarde descobriu que eram judaicos. Por exemplo, Cecilia Rosa cobriu os espelhos da casa, quando um familiar faleceu, e de acordo com um antigo costume sefardita, quando cortava as unhas ou o cabelo, os queimava ao invés de descartá-los no lixo.

Às vezes, Cecilia Rosa acordava no meio da noite e Karen estava estudando Torá. Em uma ocasião ela a ouviu rogando a D’us: “Leve-me para Israel! Este é o meu país! É aí que eu vou me casar e ter filhos, e é aí que eu vou morrer e ser enterrada”.

Há cerca de um ano e meio, Cecilia Rosa sonhou duas vezes que sua filha Karen viajava para Israel. Em seus sonhos, ela viu um avião com a palavra “Israel” estampado na lateral e Karen puxando uma mala de rodinhas em direção ao avião. Com grande emoção, contou a Karen sobre seu sonho e acrescentou: “Eu quero lhe comprar roupas recatadas o suficiente para você usar em Israel.”

Esse foi o estímulo que Karen precisava. Apesar de estar inscrita em seu terceiro ano da faculdade, Karen disse: “Mãe, eu estou indo agora cancelar minha inscrição na faculdade e viajar para Israel.” Logo depois conseguiu chegar em Jerusalém, aonde o Rav Geiber conseguiu um alojamento e a oportunidade de ela estudar na instituição Machon Roni, localizada na Cidade Velha de Jerusalém. Como sua melhor amiga Yael lembra com admiração: “Ela era tão corajosa. Deixou tudo, sua família, seus estudos e chegou, sozinha, até aqui”.

Yemima-MosqueraAs portas do céu estão abertas

Durante um ano, Karen estudou o Judaísmo enquanto trabalhava limpando casas. Dessa forma pode economizar dinheiro para trazer sua família para Israel, que era outro de seus sonhos. E, de fato, sua família realmente viajou para Israel, mas em uma viagem que não seria paga pela poupança de Karen, mas pelo Ministério de Relações Exteriores de Israel, que ajuda as famílias das vítimas do terrorismo a estarem presentes no funeral de seus entes queridos.

Cinco meses atrás, Karen se converteu, oficialmente, ao judaísmo, adotando o nome hebraico de, Yemima. Como Yael explica: “Quando uma pessoa entra no Mikve, as portas do céu se abrem. Karen Yemima naquele dia voltou tão animada ao quarto, ‘Agora eu posso pedir o que quiser! As portas do céu estão abertas!’. Era uma jovem tão alegre.”

Naquele dia, Karen Yemima publicou, orgulhosa, em sua página do Facebook: “Obrigado Hashem pelo dia em que vim para Israel! Pude ver um dos meus sonhos se tornar realidade. E eu espero estar aqui por muito tempo. Espero que minha família possa compartilhar comigo essa nova vida. Obrigado Hashem por nunca me deixar sozinha e seguir me dando forças a cada dia”.

“Karen Yemima era um exemplo para as outras meninas”, atesta Yael. Lembra de um dia em que o de estudantes caminhava junto pelo centro de Jerusalém. Tinhamos comprado sucos para tomar e enquanto corriamos para pegar o ônibus, as outras meninas murmuraram a bênção sobre o suco, antes de beber. Karen Yemima foi a única que parou no meio da calçada, fechou os olhos e deu graças a D’us com dedicação integral.”

Quando Karen Yemima e Yael tinham uma tarde livre, geralmente davam um passeio pela Cidade Velha de Jerusalém em direção ao Monte Sião. Lá elas se sentavam e observavam a paisagem: o antigo cemitério judeu no Monte das Oliveiras, onde estão enterrados inúmeros sábios judeus. Um dia, Karen Yemima exclamou: “Yael, quero morar aqui, casar aqui, ter meus filhos aqui. E eu quero morrer aqui. E eu sei que é impossível, mas podemos sonhar, certo? Meu sonho é ser enterrada no Monte das Oliveiras, porque quando o Messias vier, eu vou ser a primeiro a levantar-se para ir ao Templo Sagrado. Você pode imaginar o que seria isso?”.

Na quarta-feira 22 de outubro, Karen Yemima terminou seu serviço em uma casa e dirigia-se a uma aula de Torá. Ela desceu do trem na estação de trem de Givat HaTachmoshet e, inesperadamente, Abdel-Rahman Shaloudi, 21, que recentemente havia deixado uma prisão israelense onde havia cumprido pena por acusações de terrorismo, lançou seu carro contra uma multidão de passageiros do trem. Atropelou Karen Yemima, deixando-a gravemente ferida, matou um bebê de três meses e feriu muitas pessoas.

O terrorista destruiu o sonho de Karen Yemima de se casar e ter filhos, mas lamentavelmente seu sonho de morrer em Israel e ser enterrada no Monte das Oliveiras se tornou realidade nesta semana.

Retirado e traduzido do site Aishlatino.com

Criando Patriotas Israelenses

Recentemente, o Ministro da Educação Guidon Saar anunciou o lançamento de uma iniciativa educacional sionista, que vai transformar profundamente a juventude israelense. Em seu discurso no Knesset (Parlamento de Israel), Saar disse que um programa, a princípio em fase de experiência, será lançado o mais breve possível nas diferentes escolas do país, e vai permitir aos alunos visitar Hebron e o Túmulo dos Patriarcas. Read more