Aumenta a procura por artigos judaicos em chinês

Aumenta a procura por artigos judaicos em chinês

Como muitos sabem, um dos diversos projetos da Shavei Israel é preservar, escrever e publicar livros e materiais em vários idiomas, traduções e transliterações para as nossas várias comunidades em todo o mundo. Desde a notícia viral sobre o dreidel com caracteres chineses, temos recebido muitos pedidos dos nossos livros e outros produtos que criamos e selecionamos nos diferentes idiomas para atender as nossas comunidades.

Seja um birkon (livro de bênçãos relacionadas a refeições) em chinês, um siddur (livro de oração) em Mizo, ou aqueles famosos dreidels, estamos entusiasmados em mostrar que nos importamos e em fazer a diferença para os membros de comunidades judaicas perdidas e escondidas em todo o mundo, bem como para quaisquer outras pessoas que os queiram conhecer e apoiar.

Para encomendar os nossos dreidels em caracteres chineses a 15 NIS + custos de entrega, entre em contato connosco  através de: office@shavei.org. Estoque limitado!

Dreidels Kaifeng escritos em mandarim

Dreidels Kaifeng escritos em mandarim

Em homenagem a Chanucá, a organização sem fins lucrativos Shavei Israel, sediada em Jerusalém, projetou e produziu centenas de dreidels com letras em mandarim para os judeus chineses de Kaifeng, China, bem como para 20 membros da comunidade que já fizeram Aliya para Israel com a ajuda da organização.

Kaifeng é uma cidade na província central chinesa de Henan, localizada a sudoeste de Pequim, e é o lar de centenas de descendentes de uma comunidade judaica que viveu lá por mais de um milénio. Os dreidels são provavelmente os primeiros que têm texto em chinês, que aparece da seguinte forma:

伟大 的 – Grande; 奇迹 – Milagre, 发生 过 – Aconteceu; 这里 曾 – aqui.

De acordo com o fundador e presidente da Shavei Israel, Michael Freund, os primeiros judeus a se instalaram em Kaifeng, uma das antigas capitais imperiais da China, eram comerciantes judeus iraquianos ou persas que viajaram ao longo da Rota da Seda no séc VII ou VIII. A comunidade cresceu e prosperou, e em 1163 construiu uma grande sinagoga, que foi renovada várias vezes ao longo dos séculos. “No seu auge, durante a Dinastia Ming, Kaifeng tinha até 5.000 judeus”, disse Freund.

Freund explica que os casamentos mistos generalizados e a assimilação finalmente  venceram, e a morte do último rabino da comunidade no início do século XIX foi o prenúncio do fim da comunidade enquanto entidade coletiva. A sinagoga, que existia há 700 anos, foi destruída por uma série de enchentes que atingiram a cidade em meados do século XIX. De acordo com ele, existem atualmente cerca de 1.000 pessoas em Kaifeng que são identificáveis ​​por meio de árvores e registos genealógicos como descendentes da comunidade judaica da cidade.

“Os judeus chineses de Kaifeng são um elo vivo entre a China e o povo judeu”, disse Freund. “Apesar das severas restrições que lhes têm sido impostas pelo governo chinês nos últimos anos, os descendentes de judeus chineses estão ansiosos por aprender mais sobre a herança dos seus antepassados, ​​e esperamos que estes dreidels em língua chinesa que preparámos para eles lhes tragam felicidade e luz durante Chanucá. ”

link para o artigo original em Inglês:

https://www.sdjewishworld.com/2021/11/29/kaifeng-dreidels-inscribed-in-mandarin/

Fotografia de Chaya Castillo

DOIS PROGRAMAS EM ESTREIA NO MA’ANI CENTER

DOIS PROGRAMAS EM ESTREIA NO MA’ANI CENTER

Esta semana assistimos a dois eventos presenciais no nosso Centro Ma’ani, depois de muitos meses de programas quase apenas pelo Zoom devido à pandemia de Covid-19.

O primeiro foi uma visita pela nossa nova exposição sobre a comunidade judaica Kaifeng. A visita, que foi realizada em inglês, incluiu uma apresentação de slides e uma explicação de Eran Barzilay, o coordenador da nossa comunidade judaica Kaifeng. Ele fala chinês e é muito conhecedor das tradições e da história da comunidade judaica Kaifeng, além de ter estado lá várias vezes e de ter um relacionamento pessoal de amizade com muitos membros dessa comunidade.

O passeio foi muito educativo e informativo, e os participantes gostaram muito.

O segundo evento foi um programa de histórias pessoais de conversão e aliá, com a nossa Chaya Castillo, Diretora dos Departamentos Bnei Anussim e Judeus Ocultos da Polónia e do Centro Ma’Ani, e Shlomit Chawngthu, Bnei Menashe que fez Aliá com a ajuda da Shavei Israel. Ambas contaram as suas histórias, que foram escritas no novo livro Layers: Personal Narratives of Struggle, Resilience and Growth from Jewish Women.

O evento foi moderado por Shira Lankin Sheps, autora do bem-sucedido livro, e foram disponibilizadas no evento cópias autografadas.

 

DE KAIFENG AO KOTEL: UMA NOVA EXPOSIÇÃO

DE KAIFENG AO KOTEL: UMA NOVA EXPOSIÇÃO

Uma bela nova exposição educacional sobre os judeus Kaifeng foi inaugurada recentemente no Centro Ma’ani da Shavei Israel. Projetada principalmente com magníficos painéis pictóricos, a exposição conta a história dos judeus Kaifeng, desde o seu passado, passando pelo despertar do seu espírito judaico, até aos seus sonhos de aliá e de viver uma vida judaica. 

As seções incluem História, Festas, Educação, Aliá e muito mais. A organização da exposição foi um grande esforço por parte da equipa, especialmente por parte de Eran Barzilay, o nosso Coordenador da Comunidade de Judeus Chineses, e de Laura Ben-David, cujas fotos aparecem na exposição. 

Para obter mais informações sobre a exposição Kaifeng, para agendar uma visita ou para perguntar sobre como fazer uma das nossas exposições no seu centro comunitário ou sinagoga, entre em contato com office@shavei.org .

 

FAZENDO A DIFERENÇA… COM ARROZ!

FAZENDO A DIFERENÇA… COM ARROZ!

Nesta época desafiadora que afetou literalmente o mundo inteiro, é sempre comovente ver quando as pessoas se prontificam a tornar a vida um pouco mais fácil para os seus semelhantes. Recentemente, o Covid-19 atingiu a Índia de modo particularmente forte. Espalhou-se por todo o país, e muitos Bnei Menashe, que vivem principalmente nos estados do nordeste de Manipur e Mizoram, ficaram sem trabalho, lutando para sobreviver enquanto aguardavam a oportunidade de fazer aliá a Israel.
Tivemos que alterar imediatamente as nossas prioridades, deixando temporariamente de parte o sonho da Aliá para nos dedicarmos à realidade das necessidades mais básicas. Como o arroz é o alimento básico da dieta indiana (uma família típica da Índia consome cerca de um quilo de arroz por dia), concentrámo-nos em atender essa necessidade. O nosso modesto objetivo era fornecer um saco de 100 quilos de arroz a 100 famílias Bnei Menashe, em Manipur e Mizoram; o suficiente para mais de três meses, para ajudá-las nesse momento difícil.
Ficamos maravilhados com a generosidade imediata dos nossos amigos e apoiantes em todo o mundo, que fizeram com que o mais difícil da nossa campanha não fosse a angariação de fundos mas sim a distribuição física dos sacos enormes entre as famílias.
Queremos apenas agradecer o vosso apoio e mostrar algumas fotos da operação bem-sucedida. Que o próximo projeto Bnei Menashe de sucesso seja a Aliá para Israel!