Vamos levar esperança aos Bnei Menashe

Vamos levar esperança aos Bnei Menashe

De Manipur, na Índia, chegam notícias devastadoras. A imagem de um rolo de Torá destruído numa sinagoga queimada é simbólica da destruição desenfreada que varreu a região, deixando quase 300 famílias Bnei Menashe sem casa, a fugir para salvar vida, tendo sido também destruídas duas sinagogas e uma mikve.

Infelizmente, o perigo está longe de acabar. A região é altamente instável, e os Bnei Menashe não poderiam voltar mesmo se quisessem (se tivessem casa para onde voltar), por causa da violência contínua e do terrível perigo de vida.

Estamos a trabalhar 24 horas por dia para ajudar. Abrimos centros de socorro e estamos a angariar fundos para alimentos, vestuário e necessidades básicas urgentes.

Enquanto as famílias se instalam da melhor maneira possível dada a situação, temos tentado criar uma rotina o mais normal possível com programas para crianças e adultos, e mantendo o espírito do Shabat e das festas, para uma pequena pausa espiritual numa semana longa e difícil.

As pessoas querem ajudar, e, embora seja difícil saber por onde começar… VOCÊ pode fazer a diferença! Por menos de US$ 5 por dia (mesmo!), você pode alimentar uma família; US$ 35 podem alimentar uma família uma semana inteira!

Por favor faça o seu donativo para o Fundo de Ajuda de Emergência para Bnei Menashe 

Nós contamos consigo e eles contam com todos nós!

Livro de História mostra como a diáspora judaica atingiu todos os cantos da terra

Livro de História mostra como a diáspora judaica atingiu todos os cantos da terra

(Artigo Original do The Times of Israel. Pode ler o artigo original completo aqui.)

Na quinta edição de 1.200 páginas da série Posen Library, o Prof. Yosef Kaplan dá uma visão completa e realista da expansão cultural e geográfica dos judeus de 1500 a 1750

O interesse de Jacob Judah Leon Templo em estruturas bíblicas desafiava a imaginação. Importante judeu sefardita da Holanda do século XVII, Leon possuía maquetas de duas construções célebres: o Templo de Salomão e o Tabernáculo. Ele exibia essas reproduções por toda a Holanda e Inglaterra, tendo adquirido assim o apelido [alcunha] «Templo». Tal como outros da sua época, Leon aproveitou um novo avanço tecnológico — a imprensa — para divulgar a sua paixão.

Esta narrativa não convencional é uma das muitas que são partilhadas no último lançamento da Biblioteca Posen de Cultura e Civilização Judaica — volume cinco, The Early Modern Era, 1500-1750. O seu editor, Yosef Kaplan, foi professor de História Judaica na Universidade Hebraica de Jerusalém.

— Quando olho para o que compilei aqui, é realmente incrível —, disse Kaplan ao The Times of Israel. — Tentei dar vida ao século XVI, XVII e à primeira metade do século XVIII no mundo judaico.—

O início da era moderna foi povoado por alguns dos pensadores mais célebres do judaísmo, desde o filósofo e cético do século XVII Baruch Spinoza até ao rabino do século XVIII Judah Loew, mais conhecido como o Maharal de Praga, que se tornou postumamente ligado ao mito do golem.

No Império Otomano, em 1529 ocorreu  uma reunião fortuita  entre os rabinos Joseph Karo e Solomon ha-Levi Alkabetz. Após o encontro, a dupla concebeu a ideia de estudar durante toda a noite na festa de Shavuot. O seu destino final, a cidade de Safed, tornou-se um centro de rabinos e místicos que ajudaram a popularizar a Cabalá.

A antologia também destaca uma figura que provocou controvérsia em toda a Europa e região do Mediterrâneo: o autoproclamado messias Sabbetai Tzvi. A maioria dos seguidores de Tzvi abandonou-o após a sua conversão ao Islão em 1666, o que está incluído no livro.

Conversão ao judaísmo: uma visita ao museu do Holocausto Yad Vashem como lição de História e fé

Conversão ao judaísmo: uma visita ao museu do Holocausto Yad Vashem como lição de História e fé

O museu do Holocausto Yad Vashem em Jerusalém é um lugar angustiante e comovente que serve como um poderoso recordatório das atrocidades cometidas durante o Holocausto. Recentemente, um grupo que está em processo de conversão ao judaísmo através do Machon Milton da Shavei Israel visitou o museu com o rabino Reuven Tradburks, diretor do Machon Milton, e outros professores e funcionários, como parte da sua jornada para abraçar a fé judaica.

Para muitos dos visitantes, a experiência foi profunda. Alguns membros do grupo são oriundos de lugares que eram no centro do acontecimento, e, enquanto caminhavam pelas exposições e aprendiam sobre os horrores do Holocausto,  ficaram muito impressionados com a resiliência e a força do povo judeu. Para eles, a visita não foi apenas uma lição de História, mas também uma afirmação do seu compromisso de se juntarem à comunidade judaica.

Uma das visitantes, Naomi, originalmente da Alemanha, ficou profundamente tocada com algo que o guia turístico disse perto do final da visita. «Ela falou sobre a libertação dos campos de concentração e disse que a maioria dos sobreviventes não procura vingança; o único tipo de vingança foi, pouco depois, dar à luz muitas crianças e, assim, deixar o povo judeu crescer novamente.»

Outro visitante, que preferiu não ser identificado, disse: «Na qualidade de alguém que se está a converter ao judaísmo, visitar o Yad Vashem foi uma experiência profundamente emotiva. Lembrou-me da importância de recordar o passado e enfrentar o ódio e a intolerância. Também me deixou mais determinado do que nunca a fazer parte da comunidade judaica.»

Como o rabino Tradburks disse aos seus alunos no final da visita, o Yad Vashem não é um lugar para a pessoa vir uma vez; a pessoa tem que voltar inúmeras vezes, pois há muita informação e muitas histórias comoventes para absorver.

Para muitas pessoas, a jornada em direção à conversão pode ser desafiadora e complexa. No entanto, para este grupo, a visita ao Yad Vashem serviu como um poderoso recordatório da rica e significativa herança à qual eles se estão a unir. À medida que continuarem no seu caminho para abraçar o judaísmo, levarão consigo as lições e as memórias do Holocausto e esforçar-se-ão para serem uma força para o Bem no mundo.

Veja as fotografias da visita AQUI, no fim do artigo em inglês.

 

A nossa Laura Ben-David entre as americanas sionistas mais influentes!

A nossa Laura Ben-David entre as americanas sionistas mais influentes!

No âmbito das comemorações do 75º aniversário da Independência de Israel, a Hadassa, a Organização de Mulheres Sionistas da América, apresentou a lista das mulheres mais influentes na formação do futuro do Sionismo. Hadassa é a maior organização de mulheres judias dos Estados Unidos. Com quase 300.000 membros, simpatizantes e apoiantes, a Hadassa junta as mulheres em torno do objetivo comum de serem agentes de mudança em assuntos de vital importância tais como a segurança de Israel, o combate ao antissemitismo e a promoção da saúde da mulher.

Esta lista representa a diversidade do Sionismo moderno e as múltiplas maneiras nas quais as mulheres estão a construir pontes e a causar impacto. Nas palavras de Rhoda Smolow, Presidente Nacional da Hadassa, «Tal como já o faziam antes da fundação do Estado de Israel, as mulheres ajudam a formar e guiar o futuro de Israel, tanto “nos bastidores” como na esfera pública. Como organização líder de mulheres sionistas nos Estados Unidos, a Hadassa orgulha-se em trazer estas mulheres à luz. «Estas dezoito mulheres determinadas fazem um trabalho essencial, tanto individual como coletivo.», acrescenta Naomi Adler, Diretora da Hadassa. «Elas educam judeus e não-judeus sobre o que o Sionismo é e não é e defendem o Sionismo nos Estados Unidos e por todo o mundo. Todas as pessoas que se importam com Israel deveriam saber os seus nomes.»

Aqui incluímos a lista das 10 primeiras mulheres nomeadas.

Para ler o artigo original do Israel Hayom e ver a lista completa CLIQUE AQUI

1. Amy Albertson – Defensora, educadora e ativista online. Vencedora do prémio Warrior for Israel da Organização Internacional de Mulheres Sionistas, Amy empodera jovens judeus a serem judeus sem medo. Em 2015 fez aliá e dedicou-se a trabalhar com organizações judaicas sem fins de lucro. Criou o “A Israelita Asiática”, que conta as suas experiências como mulher judia americana chinesa.

2. Shiva Beck – Defensora. Shiva nasceu no Irão numa família orgulhosamente sionista que fugiu para Los Angeles depois da Revolução Islâmica. Depois de 20 anos a trabalhar no ramo do Direito, aposentou-se para se dedicar à defesa do Sionismo nos Estados Unidos e por todo o mundo.

3. Laura Ben-David – Fotógrafa, escritora, palestrante e profissional de marketing. Laura usa o seu talento para partilhar as suas paixões, entre as quais se contam Israel e o povo judeu, e para construir pontes entre as pessoas. Antiga chefe de redes sociais na Nefesh B’Nefesh, Laura é agora diretora de marketing na Shavei Israel. Fez aliá em 2002 e é autora de Moving Up: An Aliyah Journal.

4. Mayim Bialik – Atriz, autora e neurocientista

5. Daniella Greenbaum Davis – produtora premiada e colunista.

6. Rayna Rose Exelbierd – Empresária, palestrante motivacional e mentora de jovens

7. Rabanit Rachel Marder – Rabanit e escritora

8. Megan Nathan – profissional de filantropia e defensora de Israel

9. Zoya Raynes – líder em Wall Street

10. Tabby Refael – Colunista editorial premiada. 

 

Rav Asher visita a comunidade Beit Moshe no México

Rav Asher visita a comunidade Beit Moshe no México

Rav Asher e sua esposa Margalit

O rabino colombiano Asher Abarbanel tem sido nosso muito estimado representante em Cali, Colômbia. Recentemente, Rav Asher fez uma viagem à nossa comunidade Beit Moshe, na Cidade do México. Como a situação é difícil na Colômbia, ele tem pensado na ideia de se mudar para lá, para continuar como nosso representante em Beit Moshe.

Muitos de vocês se lembrarão de Beit Moshe, pois essa foi a comunidade que organizou a histórica cerimónia pública de acendimento de velas de Chanukah no célebre Palácio da Inquisição com Michael Freund e a Shavei Israel.

Rav Asher passou Yom Hazikaron (Dia da Memória) e Yom Haatzmaut (Dia da Independência) com a comunidade, onde foram efetuadas cerimónias e eventos especiais.

A comunidade é composta por cerca de 100 pessoas. Começando com a sua criação em 2010 com 70 membros, a comunidade Beit Moshe da Cidade do México reconectou-se com o judaísmo e com a tradição judaica. Tem uma sinagoga, um rolo de Torá e uma mikveh (banho ritual). Os emissários da Shavei Israel atendem a comunidade desde 2018, fornecendo orientação sobre questões relacionadas à vida judaica e ajudando os membros a recuperar a sua identidade judaica perdida.

Estão à espera há muito tempo para ter um rabino. Esta pode ser a oportunidade que eles estavam à espera.

 

Rav Asher na Sinagoga Beit Moshe:

Rav Asher na Sinagoga Alamos, na Cidade do México: