As comunidades de Shavei Israel celebram o 70º aniversário de Israel

Esta tarde, enquanto o sol se põe sobre a transição Mar Mediterrâneo entre Yom Hazikaron-Remembrance Day eo Dia da Independência, Israel celebra o seu 70º aniversário.

Este é um dia muito especial para Shavei Israel; afinal de contas, nosso nome significa literalmente “Israel retorna”. Por isso, é com grande alegria que desejamos a todas as comunidades que apoiamos e a todos vocês que nos ajudam a apoiar estas comunidades: Feliz Yom Ha’Atzmaut!

Shavei Israel teve o privilégio ao longo da última década para ajudar milhares de judeus perderam tribos e “escondido” comunidades judaicas para retornar ambos o povo judeu e o moderno Estado de Israel. Nós não poderíamos fazer sem você, então por favor nos ajudar a soprar as velas em nosso grande bolo de aniversário navegação sionista algumas páginas do nosso site onde você vai encontrar centenas de histórias de judeus em todo o mundo, a partir de Portugal para Peru. , Índia para a Itália e Sibéria para Safed.

Aqui está uma rápida atualização do que as comunidades apoiadas pela Shavei Israel farão para os Dias de Comemoração e Independência deste ano:

O Salvador

A comunidade de Beit Israel Bnei Anousim em San Salvador terá serviços especiais para o Memorial Day.

Então, à noite, como as mudanças de humor da tristeza para a alegria, a comunidade vai celebrar Yom Ha’atzmaut (Dia da Independência) com orações especiais na sinagoga. A comunidade contará histórias históricas e cantará o Hatikva, o hino nacional israelense.

Subbotniks

Na comunidade de Vysoki, na Rússia, as pessoas se encontrarão na sinagoga para serviços especiais. Em Beit Shemesh, as famílias se reúnem nas comemorações comunais do município.

Portugal

É costume Yom Ha’atzmaut é celebrada na sinagoga com orações especiais, incluindo um Hallel festivo, dando graças a Deus pelo milagre s renascimento de Israel como uma nação moderna. A comunidade de Belmonte realizará orações especiais, incluindo um serviço comemorativo para os soldados que servem nas Forças de Defesa de Israel.

Alicante

Vai comemorar Yom Hazikaron Act (Dia da Lembrança) na sinagoga, seguido pela celebração do Yom Haatzmaut (70º aniversário da Independência do Estado de Israel) com jantar comunal no Hotel Leuka.

Colômbia

As doze comunidades pertencentes à ACIC (Associação das Comunidades Israelitas da Colômbia) preparam-se para a grande festa que acontecerá em cada uma das sinagogas.

Bnei Menashe

Yom Ha’atzmaut é sempre celebrado com grande entusiasmo nos estados indianos de Manipur e Mizoram e este ano não será diferente. Espera-se 800 pessoas para as festividades do Yom Ha’atzmaut em Manipur em três lugares diferentes, que incluirão comida, canções e danças. Em Mizoram, a comunidade vai erguer a bandeira nacional israelense, cantar o Hatikva e fazer sua “dança de bambu” especial.

Para os Bnei Menashe que fizeram aliya e estão agora em Israel, há atividades diferentes em cada lugar. Os mais novos imigrantes, daqui a menos de um mês, apreciarão especialmente o programa que prepararam para eles em Kfar Hasidim, nosso centro de absorção perto de Haifa.

 

A cantora Bnei Menashe, Dina Samte, que é cega, acende a tocha do Dia de Independência de Israel

Dina Samte, da comunidade Bnei Menashe, recebeu uma honra sem precedentes na comunidade judaica indiana: foi escolhida para acender uma das tochas do Dia da Independência de Israel na cerimônia oficial do estado, que aconteceu semana passada em Jerusalém.

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FOTOS: Celebrações de Yom Ha’atzmaut ao redor do mundo

Pedimos à todos os emissários da Shavei Israel ao redor do mundo para compartilhar conosco as fotos de suas comemorações de Yom Ha’atzmaut (o Dia da Independência de Israel). Como celebramos o 68° aniversário de Israel este ano? Confira abaixo este “tour visual”:

 

Índia

Mais de 200 Bnei Menashe se dirigiram para o centro Beit Shalom da Shavei Israel, em Churachandpur, Manipur para celebrar o Yom Ha’atzmaut. A bandeira de Israel foi içada, o Hatikva foi cantado, e então os Shining Star Kids apresentaram uma dança especial com base no tema do hino nacional de Israel. Na sequência realizaram uma oração para o Estado de Israel e seus soldados e ouviram um discurso do emissário da Shavei Israel para a comunidade, Aharon Vaiphei, sobre o tema “sionismo, a Declaração de Independência e a Terra de Israel”. Logo em seguida, todos cantaram o Kathang’e Kathang’e – canção tradicional dos Bnei Menashe que anseiam a Terra de Israel – antes de desejar um ao outro L’shana Haba B’Yerushalayim – No Ano que Vem em Jerusalém.

Segue abaixo uma seleção de imagens das celebrações em Manipur.

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E abaixo algumas fotos das celebrações do estado indiano vizinho, Mizoram.

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Enquanto isso, em Erode, os membros do Zion Torah Center receberam um presente especial de Yom Ha’atzmaut: 200 novos sidurim (livros de oração), cortesia da Shavei Israel. Os sidurim foram originalmente impressos para os Bnei Menashe que vivem em Mizoram e são em hebraico com transliteração em Inglês, tornando-os totalmente utilizáveis pela comunidade de Erode. Uma cerimônia foi realizada, onde os membros da comunidade receberam seus novos sidurim. Abaixo, algumas fotos, a maioria com o líder comunitário, Samuel Devasahayam.

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Colômbia

Bandeiras em grande quantidade tomaram conta da celebração de Yom Ha’atzmaut com a comunidade de Bnei Anussim, em Bogotá na Colômbia. Houve refeição festiva, orações, aulas e muita música durante toda a festa.

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Portugal

bimá da sinagoga de Belmonte foi coberta com uma bandeira de Israel – de uma maneira exultante e desafiadora, levando em consideração a Inquisição brutal que aconteceu nesta região, meio milênio atrás. Apresentamos algumas fotos que foram enviadas por nosso emissário em Belmonte, o Rabino Elisha Salas.

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Polônia

Em Cracóvia, o Rabino Avi Baumol nos contou que liderou uma cerimônia “emocionante e tocante” em Yom Hazikaron – O Dia da Memória aos Soldados que caíram nas batalhas por Israel (celebrado 24 horas antes do Dia da Independência de Israel) – “para 70 pessoas, em sua maioria não-judeus, na Polónia, e entre estes alguns ‘judeus ocultos’. Acendemos velas e falamos sobre todos nossos sacrifícios pela pátria judaica. Lemos a história angustiante, porém heróica, de Dafna Meir como um exemplo do terror que enfrentamos. Pedimos à Roy, um ex-soldado israelense, que acenda velas em sua memória e cantamos o Hatikva [o hino nacional de Israel] todos juntos. ”

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El Salvador

O que é mais israelense do que uma pita recheada de falafel e húmus? Que tal uma pita caseira feita pela comunidade de Beit Israel, dos Bnei Anussim de San Salvador? Ainda melhor ver todos comendo e posando com a bandeira de Israel. Abaixo fotos deste especial evento. Além das fotos de uma cerimônia de acendimento de velas! (Hmm… embora não pareça haver 68 velas aí)

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Bônus: segue um vídeo de El Salvador para que você sinta mais de perto, a verdadeira alegria que foi esta festa neste pequeno país.

As comunidades da Shavei Israel comemoraram os 68 anos de Israel

Israel celebra seu 68º aniversário esta noite com a transição do Yom HaZicharon – Dia da Memória – para o Dia da Independência, quando o sol se por sobre o Mar Mediterrâneo.

Este é um dia muito especial para a Shavei Israel – afinal, nosso nome significa literalmente “A volta de Israel”. Por isso, é com grande alegria que desejamos à todas as comunidades que apoiamos – e todos aqueles que nos ajudam a apoiar estas comunidades – um feliz Yom Ha’atzmaut!

A Shavei Israel tem sido privilegiada na última década ao ajudar à milhares de judeus de tribos perdidas e comunidades judaicas “escondidas” a retornar tanto ao povo judeu quanto ao moderno Estado Judeu. Não poderíamos fazê-lo sem você – portanto ajude-nos a soprar as velas em nosso grande bolo de aniversário sionista, navegando pelas páginas do nosso site, aonde você vai encontrar centenas de histórias de judeus de todo o mundo – de Portugal ao Peru , da Índia à Itália, e da Sibéria à Safed.

Aqui está uma rápida atualização sobre o quê as comunidades que a Shavei Israel apoia, estão planejando para o Dia da Memória e o Dia da Independência, este ano:
Portugal

Yom Ha’atzmaut é comemorado na sinagoga com orações especiais, muitas vezes incluindo um Hallel festivo – dando graças a D’s pelo milagre do renascimento de Israel como uma nação moderna. A comunidade de Belmonte vai realizar orações especiais, incluindo um serviço memorial para os soldados que servem as Forças de Defesa de Israel.

 

 

El Salvador

A comunidade Bnei Anussim, Beit Israel, de San Salvador também vai realizar orações especiais em Yom Ha’atzmaut na sinagoga. A comunidade vai contar histórias históricas e cantar o “Hatikva”, o hino nacional de Israel.

 

 

Colômbia

O Hotel Lancaster em Bogotá será o local das festividades de Yom Ha’atzmaut, este ano. O evento principal será uma festa “israelita”, com a exibição de um filme israelense, música israelita e comida israelense. (Será Bamba?)

 

 

Itália

Em San Nicandro, as comunidades Bnei Anussim irão realizar orações especiais, tanto em honra ao Yom HaZicaron quanto em celebração ao Yom Ha’atzmaut.

 

 

Kaifeng

As 5 mulheres judias chinesas que a Shavei Israel ajudou a fazer Aliá no início deste ano, irão comemorar seu primeiro Yom Ha’atzmaut em Israel, na Midreshet Lindenbaum, uma midrasha Jerusalém, onde já estão estudando. Junto com suas colegas de classe, elas irão participar de uma série de cerimônias, orações especiais e procissões da bandeira. Na noite de Yom Ha’atzmaut, elas irão participar de uma festa anual de dança israeli na Praça Safra na frente da prefeitura de Jerusalém. Em seguida, no dia de Yom Ha’atzmuat, irão fazer um piquenique na Haas Promenade, com vista para a Cidade Velha e uma curta caminhada desde a midrasha.

 

 

Bnei Menashe

Yom Ha’atzmaut é sempre comemorado com grande entusiasmo nos estados indianos de Manipur e Mizoram e, este ano não será diferente. 800 pessoas estão sendo esperadas nas festividades de Yom Ha’atzmaut em Manipur, em três locais diferentes, incluindo comida, música e dança. Em Mizoram, a comunidade vai levantar a bandeira nacional de Israel, cantar o “Hatikva”, e colocar em prática algo chamado a “dança do bambu”. Não temos exatamente certeza do que significa mas iremos postar fotos na próxima semana.

Para os Bnei Menashe que fizeram Aliá e já estão em Israel, haverão diferentes atividades em cada local.

Os Bnei Menashe de Tiberíades estarão realizando um passeio em Haifa, onde irão visitar o “Museu da Imigração Clandestina.” O Ministério de Absorção de Israel está fornecendo transporte de ônibus para os mais novos (e felizmente não clandestinos) imigrantes de Israel.

Os Bnei Menashe de Alta Nazareth, Kiryat Shemona e Ma’alot estarão comemorando a festa com seus Garinei Toranim locais – grupos de jovens israelenses que têm sido fundamentais para ajudar com a absorção dos Bnei Menashe. Na Alta Nazaré, os Bnei Menashe e o Garin Torani estão unindo forças para fazer acontecer um passeio para Ramat Aviv, no Museu da Força Aérea, durante o dia.

Uma vassoura e uma bandeira

Não sou psiquiatra, porém parece que Israel desensolveu um grave caso de esquizofrenia ao cumprir 60 anos.

Pode-se sentir os impulsos contraditórios no trabalho quando muitos israelenses se perguntam si devem celebrar os numerosos lucros, lamentar suas perdas ou uma combinação de ambas.

Parece existir milhares de razões para o sofrimento e a lamentação, desde os vários escândalos de corrupção nos quais estão envolvidas figuras políticas, o último caso de abuso de crianças que comoveu o país tem um semana ou a falta de valores judaicos e sionistas.

Além desses, pode-se agregar o contínuo ataque de mísseis que sofre Sderot, a crescente ameaça nuclear por parte do Iran e a preparação bélica do Hizbola na fronteira norte do país. Diante desta realidade, não nos surpreende que muitos prefiram se esconder debaixo da cama até que passe essa tormenta.

Honestamente, é difícil culpá-los.

Mas entretanto, existe o outro lado da moeda. Observe os grandes triunfos de Israel em campos como computação e agricultura, dizem os otimistas. Nossa abilidade de sobreviver em um ambiente hostil, é por si só um grande lucro, dizem.

Eles também têm razão. Então, como devemos nos sentir: aterrorizados ou emocionados; tristes ou contentes ? Ou talvez uma mistura de ambos? Esta pergunta só nos mostra a falta de contexto e perspectiva histórica.

Além do mais, para o ser humano, sessenta anos podem representar uma grande parte de sua vida sobre a terra. Porém, para uma nação, é tão somente um insignificante período, um mero episódio ou intervalo em sua história.

Apesar de tudo, observem o que nós, o povo judeu, temos conseguido desde 1948.

Temos trazido milhões de imigrantes de todo o mundo, temos feito florecer o deserto, e temos construído um país livre apesar de estarmos rodeados de tiranias, e tudo isso feito em menos tempo do que foi preciso para a construção da Torre de Pisa (177 anos), a Grande Muralha da China (séculos), ou inclusive a Catedral Nacional de Washington (83 anos). Pensando bem, não está tão mal assim, não é mesmo ?

Considerem, por exemplo, aonde se encontrava a grande potencia mundial de hoje em dia, Estados Unidos, aos seus 60 anos de existência.

Naqueles tempos, em 1836, grande parte do continente norteamericano não tinha sido anexada, enquanto que o estado de Arkansas se convertia no vigésimo quinto estado a aderir-se a União.

Os americanos que viviam na periferia enfrentavam frequentes ataques indígenas e sentiam muita insegurança. Em maio desse mesmo ano, indígenas comanches assassinaram cinco membros de uma família no Texas e depois sequestraram sua filha de 9 anos, que mais tarde foi forçada a casar-se com o líder tribal. Vinte e cinco anos passariam até o seu resgate.

E ainda, supostamente, teve lugar a batalha de Alamo, aonde as tropas mexicanas massacraram centenas de valentes defensores americanos no Texas, incluindo o herói popular Davey Crockett.

Tais incidentes, seguramente, diminuiram o ânimo nacional.

Inclusive a democracia americana tentava sobreviver por esses dias, enquanto que a disputa sobre a escravidão começava a surgir. Em 1836, a Casa de Representantes rompeu todos os códigos éticos, quando legislou a nada popular “lei do silêncio”, como forma de reprimir o debate sobre este assunto tão controverso.

Entretanto, apesar dos grandes desafios que os Estados Unidos enfrentavam nesse momento, seu otimismo não cesou pois compreendiam, perfeitamente, tudo o que haviam conseguido desde que a nação fora estabelecida.

De fato, em seu discurso anual no Congresso, em dezembro desse ano, o então presidente Andrew Jackson começou dizendo: “é uma grande alegria poder felicitá-los pela grande prosperidade em nosso amado país”.

“Sem motivos internos ou externos que façam diminuir nossa confiança com respeito ao futuro” continuou, “a condição geral de nossos assuntos podem perfeitamente outorgar-nos orgulho nacional”.

Esta também dever ser nossa forma de ver as coisas no momento em que celebramos o sexagésimo aniversário de Israel e enfrentamos o futuro.

Seguramente, ainda existem muitas coisas para melhorar. Ignorância sobre o judaísmo, pobreza, desemprego, crueldade e desilusão. Porém, isto não debe impedir-nos de apreciar o fato de que temos um Estado Judeu, apesar de todos estes problemas.

Uma comovente história sobre o Rebe chassídico de Sadigora, Rabi Abraham Iacov Friedman, bendita seja sua memória, conta que quando os nazistas tomaram Viena, aonde o Rebe vivia, tentaram humilhar aos judeus forçando-os a lavar as ruas da cidade enquanto os austríacos os ridicularizavam.

Os soldados alemãs entregaram ao Rebe uma vassoura, porém enquanto o mesmo limpava recitava uma oração silenciosa: “Senhor do Universo, permita-me ter a honra de limpar as ruas da Terra de Israel”.

Depois, os nazistas lhe deram uma grande bandeira e o forçaram a pendurá-la no alto de um grande edifício. Nesse momento o Rebe rezou: “Senhor do Universo, permita-me ter a honra de pendurar a bandeira de Israel no alto de um grande edifíco na Terra de Israel”.

Após ter sobrevivido a guerra, o Rebe estava determinado a realizar seu desejo. E assim, cada ano, no dia da Independência, ele se levantava cedo, tomava uma vassoura e começava a limpar as ruas de Tel Aviv em agradecimento a Deus por ter lhe respondido as suas orações. E depois, o rabino, já avançado em idade, subia ao teto da Grande Sinagoga de Tel Aviv e pendurava uma bandeira de Israel, muito orgulhosamente, para que todos a vissem.

É por isso que na próxima vez que estejam deprimidos, perguntando-se que será deste país e de seus líderes, lembrem-se do Rebe de Sadigora, com uma vassoura na mão e uma bandeira na outra, e um coração cheio de gratidão a Deus pelo milagre que representa o Estado de Israel.

O Milagre de Israel

Esta semana, Israel e o judaísmo mundial festejam Iom Haatsmaut, o 60°. Aniversário da Independência do Estado de Israel.

Orações especiais serão recitadas, festas serão organizadas, e o povo judeu agradecerá a Deus por ter-nos feito retornar a nossa terra após 2000 anos de exílio.

Nossa tendência é considerar segura e concreta a existência do Estado, e geralmente não apreciamos o quanto somos abençoados por viver este momento da história quando o Estado de Israel voltou a ser restaurado em nossa antiga terra.

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