Os segredos da Teshuvá – pelo Rabino Jonathan Sacks

Se paramos para pensar, de onde é que a civilização ocidental tirou a idéia de que as pessoas podem mudar? Não é uma idéia óbvia. Grandes culturas simplesmente não pensavam assim. Os gregos, por exemplo, acreditavam que somos o que somos, e não podemos mudar este fato. Eles acreditavam que caráter é destino, e o personagem em si é algo com que nascemos, embora seja necessária muita coragem para atingir nosso potencial. Pessoas nascem heróis, não se tornam heróis. Platão acreditava que alguns seres humanos eram de ouro, outros de prata e outros de bronze. Aristóteles acreditava que alguns nascem para governar e outros para serem governados.

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30 anos de Teshuvá

Que vida ocupada! Que rotina intensa! Acredito que venho querendo escrever este artigo desde Pessach.

Há seis meses, estive, sem sucesso, buscando um momento para escrever essas linhas. Mas como o assunto é teshuvá (retorno), e tudo está completamente planejado por D’s, que melhor momento para compartilhar minha história com vocês do que Aseret Iemei Teshuvá (os dez dias de reflexão e retorno entre Rosh Hashaná e Yom Kipur)?

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