Quantas vezes por dia/semana os judeus rezam?

PERGUNTA: QUANTAS VEZES POR DIA/SEMANA, OS JUDEUS REZAM?

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RESPOSTA: A lei judaica orienta todo judeu a rezar três vezes por dia: pela manhã, à tarde e ao anoitecer. Estas orações são chamadas de Shacharit, Mincha e Arvit (ou Maariv), respectivamente.

Nossos Sábios nos dizem que o costume de orar três vezes ao dia foi originalmente introduzido pelos nossa patriarcas, Abraão, Isaac e Jacob. Abraham introduziu a oração da manhã, Isaac a da tarde, e Jacob, adicionou uma reza ao anoitecer.

Durante os primeiros mil anos, mais ou menos, desde o tempo de Moisés, não havia uma definição especifica de como rezar. Cada indivíduo tinha o dever de orar a D us todos os dias, mas a forma e a quantidade de rezas, era escolha de cada um.

No entanto, se estabeleceu, no periodo do Templo Sagrado em Jerusalém, os horarios das rezas de acordo com os sacrifícios. Em dias especiais, como o Shabat, o Rosh Chodesh e as Festas, foi acrescentado uma outra reza, relativa a um sacrificio adicional que era acrescentado.

Desde então, tornou-se parte da lei judaica (Halachá) que todo e cada judeu deve rezar três vezes ao dia, correspondendo aos sacrifícios diários no Templo Sagrado, adicionando a reza de Musaf, nos dias especiais de Shabat, Rosh Chodesh e as demais Festas, alem de uma reza especial de “fechamento” (Neila) do perdão divino, no dia sagrado de Yom Kipur.

Sendo assim, normalmente se rezam três rezas por dia, no Shabat, Rosh Chodesh e nas demais Festas, são quatro rezas, e somente em Yom Kipur, se rezam cinco rezas!

Quem começou a Guerra da Independência do Estado de Israel, em 1948?

PERGUNTA –> Quem começou a Guerra da Independência do Estado de Israel, em 1948?

1367590-5RESPOSTA –> Os árabes deixaram claro que iriam sair a guerra para impedir a criação de um Estado Judeu. O presidente do Alto Comitê Árabe disse que os árabes “lutariam por cada centímetro do país”. Dois dias depois, os”santos homens” da Universidade de Al-Azhar no Cairo convocaram o mundo muçulmano para proclamar a Jihad (guerra santa) contra os judeus. Jamal Husseini, porta-voz do Alto Comitê Árabe, havia avisado à ONU (em 1947) que os árabes encharcariam “o solo do nosso amado país, com a última gota de nosso sangue….”.

A previsão de Husseini começou a se tornar realidade quase que imediatamente após a ONU adotar a resolução da partilha, em 29 de novembro de 1947. Os árabes sairam as ruas, protestando e instigando tumultos que causaram a morte de 62 judeus e 32 árabes. A violência continuou a crescer até o final daquele ano.

Os primeiros ataques em grande escala começaram em 9 de janeiro de 1948, quando cerca de 1.000 árabes atacaram comunidades judaicas no norte da Palestina. Na primeira fase da guerra, que durou de 29 de novembro de 1947, até 1 de Abril de 1948, os árabes palestinos tomaram a ofensiva, com a ajuda de voluntários dos países vizinhos. Os judeus sofreram pesadas baixas e os caminhos na maioria de suas principais estradas, foram interrompidos.

Em 4 de maio de 1948, a Legião Árabe atacou Kfar Etzion. Os poucos defensores conseguiram segurar os ataques, mas a legião voltou uma semana depois. Depois de dois dias, os colonos mal equipados e em menor número foram surpreendidos. Muitos defensores foram massacrados mesmo depois de terem se rendido. Este ataque foi antes da invasão dos exércitos dos países árabes vizinhos que se seguiu a declaração de independência de Israel. Continue reading “Quem começou a Guerra da Independência do Estado de Israel, em 1948?”

É verdade que os padres da Igreja Católica deixaram o Holocausto acontecer?

PERGUNTA –> É verdade que os padres da Igreja Católica deixaram o Holocausto acontecer?

hitler_cardinal4RESPOSTA:

Com certeza esta afirmação não é correta. Pois diversos padres católicos não apenas saíram ativamente contra os nazistas, como salvaram muitos judeus. É o caso, por exemplo, do Papa João Paulo II.

A Igreja, principalmente o Vaticano, ficaram com esta fama pois a reação do Papa Pio XII ao Holocausto é contestável. Existem relatos e documentos que comprovam que este tentou ajudar alguns judeus e foi bem sucedido, mas estes sucessos isolados apenas destacam a influência que ele tinha, que poderia ter sido utilizada para fazer muito mais pelos judeus. Este, inclusive, preferiu fazer tudo escondido e permanecenu, assim, publicamente em silêncio a tudo o que acontecia. Sem nenhum grande pronunciamente contra Hitler e seu exército. Seja qual tenha sido sua motivação, o Papa Pio XII, assim como muitas outras autoridade na época, não fizeram tudo o que estava a seus alcances para evitar este terrível genocídio e terminou manchando, uma vez mais, o nome da Igreja.

Contudo, segue a história de um padre que, assim como muitos outros colegas, arriscou sua vida para salvar os judeus. Este foi Alfred Delp!

Alfred Delp nasceu em Mannheim, Alemanha, de uma mãe católica e pai protestante. Apesar de católico batizado, ele depois se tornou um luterano. Aos 14 anos ele deixou a igreja luterana e recebeu os sacramentos da Primeira Eucaristia e da Confirmação como católico. Em sua vida adulta Delp foi um fervoroso promotor de melhores relações entre as igrejas. Continue reading “É verdade que os padres da Igreja Católica deixaram o Holocausto acontecer?”

É verdade que os Judeus não comem pão na Páscoa Judaica?

22100_868977493163774_35417065694560783_nÉ verdade que os Judeus não comem pão na Páscoa Judaica?

RESPOSTA:

– Provavelmente, a observância mais importante da festa de Pessach envolve evitar o Chametz (fermento) durante toda festa (7 dias em Israel e 8 dias fora de Israel). Se trata de uma celebração do fato de que os judeus sairam do Egito com muita pressa, e não tiveram tempo de deixar o pão, que preparavam para a viagem, fermentar. Também se trata de uma forma simbólica de eliminar o “fermento” (arrogância, orgulho) de nossas almas.

Chametz inclui qualquer coisa feita dos cinco principais grãos (trigo, centeio, cevada, aveia e espelta) que não tenha sido completamente cozida por 18 minutos, após o primeiro contato com a água. Os judeusde origem Ashkenazita, também evitam comer arroz, milho, amendoim, leguminosas (feijão) e alguns outros alimentos que são comumente usados para fazer pão, ou são cultivados e processados perto de algo chametz, e, portanto, foram proibidos para evitar qualquer confusão ou “contaminação” cruzada. Tais itens acrescentados pelos Judeus Ashkenazitas, são chamados de “Kitniyot.”
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Por que os judeus não comem carne de porco?

images (1)PERGUNTA–> Por que os judeus não comem carne de porco?

RESPOSTA –> Embora sempre inventem algum motivo novo pelo qual não se deve comer a carne do porco, o motivo judaico é, simplesmente, pois a Torá (a Bíblia Judaica) proibe fazê-lo (Levítico 11:1)

Não tem nada a ver com Trichinosis ou qualquer outra doença que possa vir como resultado deste tipo de alimentação, embora a Torá nos ordene cuidar de nossas vidas e não nos expor ao perigo. D´s nos passou este comando, e o transmitiu com, relativamente, pouca explicação.

Em 1492 os Reis Católicos emitiram um decreto no qual todos os judeus estavam forçados a se converter ao cristianismo. Muitos judeus, não tendo para onde ir, optaram por permanecer na Espanha fingindo ter abandonado sua religião. Uma das coisas que foram necessárias, era comer carne de porco. E, portanto, isto tornou-se uma cicatriz cultural judaica. Muitos judeus mesmo que não seguem nenhuma das outras leis ou costumes, evitam comer a carne de porco, não deixando que, desta forma, lhe arranquem também este pedaço de seu judaísmo! Também o fazem como uma demonstração a D´us de que, embora ainda não estejam cumprindo com as outras leis, esta, da qual, não possui uma razão aparente, o fazem, somente para demonstrar seu amor a D´us! Portanto este se tornou um santo preceito judaico!

Qual o significado da Vaca Vermelha no Judaísmo?

imagesPERGUNTA: Qual o significado da Vaca Vermelha no Judaísmo?

RESPOSTA: A vaca vermelha, era usada para purificar um israelita que havia entrado em contato com um cadáver. Este costume durou desde a construção do Tabernáculo, no deserto, até a época do Templo. O Livro dos Números, estipula que o animal deveria ser da cor vermelha, sem defeito, e não poderia ter sido usado para nenhum outro trabalho.
O ritual consistia no seguinte: Após ser abatida, a vaca era queimada. Então, madeira de cedro, hissopo e lã escarlate tingida, eram adicionados ao fogo. As cinzas restantes eram, então, colocadas em um recipiente contendo água pura e a água do vaso era aspergida, pelo sacerdote, sobre a pessoa que se tornou impura pelo contato com um cadáver, purificando-o.
De acordo com a Mishná, a cerimônia da queima da vaca vermelha acontecia no Monte das Oliveiras.
A existência de uma vaca vermelha que está em conformidade com todas as exigências impostas pela Lei Judaica, é raridade, e hoje, praticamente inexiste. O animal deve ser inteiramente de uma cor, e há uma série de testes listados pelos rabinos para garantir isso. Por exemplo, o cabelo da vaca deve ser absolutamente linear. Segundo a tradição judaica, apenas nove vacas vermelhas foram realmente abatidas no período que se estende desde Moisés até a destruição do Segundo Templo.
A dificuldade de encontrar um animal assim, combinado com o ritual detalhado em que é utilizado, classifica de maneira especial a Vaca Vermelha, na tradição judaica. Este é considerado o principal exemplo de uma “Chok”, ou seja, uma lei bíblica da qual não há nenhuma lógica aparente, e, portanto, cabe nos cumpri-lá, simplesmente, por se tratar de uma ordem divina.
O Instituto do Templo, uma organização dedicada a preparar e organizar a reconstrução do Terceiro Templo em Jerusalém, têm buscado identificar possíveis vacas vermelhas, consistentes com os requisitos da Lei Judaica. Ainda nenhuma vaca foi declarada perfeitamente qualificável.

Por que as mulheres judias devem cobrir a cabeça, quando estão casadas?

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PERGUNTA –> Por que as mulheres judias devem cobrir a cabeça, quando estão casadas?

RESPOSTA –> A Tradição Oral Judaica ensina que uma mulher que vai a feira com a cabeça descoberta, está ignorando a religião judaica. O Talmude inclusive debate se esta é uma proibição da própria Torá, ou uma lei imposta pelos sábios para afastar o homem do pecado, de qualquer maneira, todos, aceitam que se trata de uma violação da lei judaica, sendo, inclusive, uma razão válida para o marido pedir o divórcio.

A base para a argumentação de que se trata de uma proibição da Torá, é da porção bíblica que relata sobre a mulher suspeita de trair o marido que era trazida ao Templo para jurar que não o fez, a Sotá. Nesta porção, está escrito “e descobrirá a cabeça da mulher”, que nos leva a entender que, toda mulher casada deve estar com a cabeça coberta, e, o ato de descobrir sua cabeça no Templo, parece nos ensinar que tal atitude que gerou uma suspeita de adultério ao marido, não é digna de uma mulher casada.

O Talmude ensina também que um homem não deve ler a reza santa do Shemá Israel, na frente de uma mulher que está com a cabeça descoberta, e a razão para isso é a de que o cabelo da mulher pode ser bastante sedutor e este não coneguirá se concentrar.

Desta maneira, podemos entender que o cabelo da mulher é bastante sedutor e constitui uma parte essencial da beleza feminina. Assim sendo, as mulheres judias ao cobrirem suas cabeças após o casamento, o fazem por recato e discrição.

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