O pacto de cada um de nós

Comentário sobre a Porção Semanal da Torá – Nitzavim

 

Cada cultura proporciona diferentes formas de relacionamento e compromissos entre as pessoas e as instituições. Estas relações podem acontecer por escrito ou oralmente, através de emoções, intelecto e da lei. Nesta parashá, a Torá nos apresenta um compromisso diferente: o Pacto.

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A arte do amor a D’us

Comentário sobre a porção semanal da Torá – Ekev

 

Em toda religião existe uma dimensão objetiva e outra subjetiva.

As distintas crenças de cada religião e o caminho através do qual o homem vincula-se com ditas crenças compreendem a parte objetiva que existe nelas. O caráter da relação que estabelece o homem com Deus é a parte subjetiva da religião. Na história da filosofia e dos credos houve uma época na qual teve destaque, principalmente, a parte objetiva da religião, enquanto que na época moderna enfatizou-se a parte subjetiva.

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A ordem das parashiót não altera o produto?

Comentário sobre a porção semanal da Torá – Vaetchanan
As leituras da Torá semanais seguem uma ordem, independente de qualquer data específica. Começamos com Bereshit e prosseguimos inexoravelmente semana após semana até que, em um ano, alcançamos todo o Pentateuco e então, começamos de novo. Quando uma festividade judaica cai no Shabat, esta ordem é quebrada pois se lê a parte apropriada para este feriado e na semana seguinte voltamos a ordem regular.

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O Shabat da visão

Comentário da Porção Semanal de Devarim – Shabat Chazon

 

Moshe se coloca de frente ao povo que liderou durante os últimos 40 anos e do qual, tem sempre cuidado. Agora, antes de atravessar o Jordão, a única coisa que nos diz que é um grande opróbrio, uma grande bronca. Por 40 anos, Moshe teve o cuidado de responder a todas as necessidades de seu povo, e tantas vezes nos defendeu ira de D’us! E agora, no final de sua vida, não poderia simplesmente nos incentivar um pouco? Mesmo a Haftará desta semana continua com esse tom e nos proclama as censuras do profeta Isaías. O que fizemos para merecer isso?

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As festividades de Israel

“(…) no mês primeiro, aos catorze dias do mês, é o Pessach do Eterno.
E aos quinze dias do mesmo mês haverá festa; sete dias se comerão pães ázimos. No primeiro dia haverá santa convocação; nenhum trabalho servil fareis (…) Assim, cada dia oferecereis, por sete dias, o alimento da oferta queimada em cheiro suave ao Eterno (…) E no primeiro dia do mês; nenhum trabalho servil fareis; será para vós dia de sonido de trombetas (Rosh Hashana) (….) E no dia dez deste sétimo mês tereis santa convocação, e afligireis as vossas almas; nenhum trabalho fareis. (Yom Kipur) (….) Aos quinze dias deste sétimo mês tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis; mas sete dias celebrareis festa ao Senhor (Sucot) (…) E falou Moisés aos filhos de Israel, conforme a tudo o que o Senhor ordenara a Moisés.”

(Bamidbar 28-29)

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A solidão de um homem de fé

Comentário sobre a porção semana da Torá – Balak

 

Nesta porção da Torá nos deparamos com Balak Ben Tzipor, rei de Moav, que teme o avanço dos filhos de Israel à sua terra, sabendo que este povo é ajudado por uma força transcendental que emana da vontade de D’us. Uma força da qual ele não pode lutar contra e, assim, tenta buscar ajuda através de feitiços mágicos.

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