O pacto de cada um de nós

Comentário sobre a Porção Semanal da Torá – Nitzavim

 

Cada cultura proporciona diferentes formas de relacionamento e compromissos entre as pessoas e as instituições. Estas relações podem acontecer por escrito ou oralmente, através de emoções, intelecto e da lei. Nesta parashá, a Torá nos apresenta um compromisso diferente: o Pacto.

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Alegria em servir a D’us

“… Porquanto não serviste ao Senhor teu D’us com alegria e bondade de coração, pela abundância de tudo. Assim servirás aos teus inimigos, que o Senhor enviará contra ti, com fome e com sede, e com nudez, e com falta de tudo; e sobre o teu pescoço porá um jugo de ferro, até que te tenha destruído.” (Deuteronômio 28:47-48)

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O que é necessário para um governo ideal?

Seguindo a temática do livro de Devarim, no que diz respeito ao desenvolvimento de uma sociedade ideal em Israel, esta parashá questiona as características de um grupo para que possa ser considerado uma “sociedade”. É suficiente falar o mesmo idioma, viver em um mesmo território e ter ancestrais em comum? A Torá elabora a questão enumerando as pedras angulares que apoiarão uma sociedade harmoniosa, os pilares no qual esta poderá crescer e resolver seus conflitos, aplicar justiça e compartilhar e realizar sonhos e ideias comuns.

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Pobreza, caridade e revolução social

Comentário sobre a porção semanal da Torá – Reê

 

Ao longo de todo o livro de Devarim somos ensinados a criar um modelo de sociedade na terra de Israel. Neste parashá tratamos do tema de pobreza, enquanto realidade que deve ser reconhecida e tratada.

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A arte do amor a D’us

Comentário sobre a porção semanal da Torá – Ekev

 

Em toda religião existe uma dimensão objetiva e outra subjetiva.

As distintas crenças de cada religião e o caminho através do qual o homem vincula-se com ditas crenças compreendem a parte objetiva que existe nelas. O caráter da relação que estabelece o homem com Deus é a parte subjetiva da religião. Na história da filosofia e dos credos houve uma época na qual teve destaque, principalmente, a parte objetiva da religião, enquanto que na época moderna enfatizou-se a parte subjetiva.

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TU BE’AV: o “dia dos namorados” judaico

Apenas uma semana após o dia de grande luto do povo judeu, o 15° dia do mês de Av, hoje, é originalmente um dia de bastante alegria!
No período do Segundo Templo, este dia foi instituído para marcar o início da colheita da uva, que terminava no Yom Kippur. A festividade de Tu B’Av quase desapareceu do calendário judaico por muitos séculos, mas foi restabelecida nas últimas décadas, especialmente no moderno Estado de Israel. Em sua encarnação moderna está gradualmente se tornando um dia hebraico-judaico do Amor, um pouco parecido com o “Dia dos Namorados”.

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