Pessach no Chile, Colômbia, El Salvador, Itália e Israel

Pessach terminou – deixamos a Matzá de lado até o próximo ano e o pão volta a frequentar nossas mesas. Mas não podíamos deixar de compartilhar com vocês algumas fotos enviadas para nós durante a festa, das comunidades da Shavei Israel em todo o mundo.

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Judeus e descendentes de Bnei Anussim celebram Purim na Itália, Portugal e El Salvador

Os judeus e Bnei Anussim das comunidades das quais a Shavei Israel trabalha na Itália, Portugal e El Salvador, entraram no espírito de Purim este ano – e os nossos fotógrafos conseguiram capturar o humor.

Vamos começar a nossa ‘turnê mundial’ pela Itália. Abaixo imagens do que aconteceu no início da semana passada em Palermo.

E aqui, o que rolou na comunidade italiana de Bnei Anussim de San Nicandro:

Viajando um pouco para o oeste, paramos em Portugal onde Purim foi comemorado com o emissário da Shavei Israel, o Rabino Elisha Salas:

Para nossa parada final, cruzamos o oceano e chegamos à El Salvador onde a comunidade de Beit Israel se destacou com dua festa de Purim:

Um novo Beit HaMidrash em El Salvador

A comunidade de Bnei Anussim de El Salvador abre um novo Beit Midrash (casa de estudos judaicos), oferecendo opções de estudo e orações em duas sessões diárias. O centro de estudo está localizado na Sinagoga Beit Israel na capital, San Salvador.

Os participantes da sessão matutina estudam os conceitos básicos de oração por duas horas. Na sessão da tarde, a maior de todas, estudam Halachá (lei judaica) e Parashat HaShavua (porção semanal da Torá). Nesta sessão, também têm a oportunidade de rezar Minchá (reza vespertina) e Maariv (reza noturna).

As sessões diárias são apenas para homens. Na quarta-feira à noite acontece uma classe geral da qual as mulheres também podem participar.

O Beit Midrash é chamado Porat Yosef, como a famosa Yeshiva sefardita de Jerusalém.

Aqui nós apresentamos um pequeno vídeo do Beit Hamidrash em ação:

Preparando Chalót em El Salvador

No tratado bíblico de Pirkei Avot, está escrito “Im ein kemach, ein Torá”, que significa “sem sustento [kemach=farinha], não pode haver Torá”. Mas kemach também pode ser entendido em hebraico como “pão”, e assim, a frase poderia ser dita da seguinte maneira, no Shabat, “não há Shabat sem uma ou duas chalót (plural para Chalá – pão trançado) saborosas.”

Uma interpretação criativa da frase? Possivelmente. Mas as mulheres da comunidade de Bnei Anussim em El Salvador levaram essa mensagem a sério.

Em um evento recente na capital do país, em San Salvador, dezenas de mulheres judias se reuniram para preparar muitas Chalót.

Foi uma competição: cada mulher recebeu uma tigela com todos os ingredientes necessários e então – preparar, apontar e disparar! A Chalá mais saborosa permitiu um prêmio para seu padeiro orgulhoso.

A comunidade de Bnei Anussim de El Salvador se reúne para celebrar o Shabat semanalmente na Beit Israel, em San Salvador, mesmo quando uma divertida competição de prepara a Chalá não está na agenda.

Abaixo apresentamos as fotos do evento. Qual Chalá parece a mais saborosa?

Fé, valor e descobrimento: de El Salvador à Jerusalem

Tudo começou em 1982, quando Yael e a mãe de Elisheva Franco ajudaram a abrir uma nova escola em El Salvador. A chamaram de, “Jerusalém”. A mãe das irmãs Franco não sabia nada sobre a tradição judaica e a escola era, somente, “uma escola secular normal”, conta Yael Franco.

Dez anos mais tarde, Yael e mãe de Elisheva chegaram a Israel com uma bolsa da Embaixada de Israel para estudar Educação em Haifa. Uma vez mais, não houve uma relação aberta com o judaísmo. “Ela sentia uma conexão com Israel, mas não sabia o por quê”, continua Yael.

Hoje em dia, toda a família Franco pratica um judaísmo tradicional. O irmão mais velho, Eliyahu, fundou a sinagoga Beit Israel, em San Salvador, a capital do país, e toda a família Franco passaram a ser seus membros fundadores.

Yael e Elisheva agora tomaram o passo seguinte: após a conversão formal ao judaísmo, no ano passado, ambos fizeram Aliyá para Israel.

Quando perguntamos a Yael, a que ela atribui tais mudanças impressionantes na sua vida e nas vidas de seus familiares, ela simplesmente diz: “Sinto como se D’us estivesse guiando nossa família, sem que percebamos. Pouco a pouco começamos a fazer as coisas. Primeiro foi o nome da escola, e então nossa mãe veio visitar Israel. Temos cumprido o Shabat, mesmo antes de termos qualquer conexão judaica”.

Histórias assim, geralmente, acontecem com Bnei Anussim de Espanha, Portugal e América Latina, quando uma herança judaica escondida surge dos lugares mais inesperados – como uma premonição espontânea de chamar uma escola de “Jerusalém”, no coração da América Central, há mais de 12 mil quilómetros da capital histórica do povo judeu.

Os Bnei Anussim são descendentes de judeus que foram forçados a se esconder ou forçados a se converter ao catolicismo há 500 anos. Muitos escaparam da Europa para o Novo Mundo em navios dos grandes exploradores, e estabeleceram-se em El Salvador, Colômbia e Chile. Mas a Inquisição seguiu estes judeus que, assim como seus irmãos que permanecerem nos países de origem, passaram à clandestinidade.

A Shavei Israel reuniu-se recentemente com quatro jovens de El Salvador, que estão agora em Israel nos vários estágios de conversão e Aliyá, estudando em paralelo, em Midrashot (seminários) e Ulpanim de hebraico na área de Jerusalém (uma quinta jovem, Aliza, não estava disponível para uma entrevista).

Rachel, 27, estudou comunicação em El Salvador e espera continuar nesse campo em Israel – talvez até mesmo tornar-se uma jornalista. “Eu sei Inglês e Espanhol, o que me abre muitas oportunidades”, diz ela. “Agora estou estudando o hebraico”.

O lado materno de Rachel chegou a El Salvador da Espanha e seu pai emigrou da Turquia. “Não sei se eram judeus, mas realmente não importa”, diz ela. “Logo no início, o que eu mais queria saber era sobre o judaísmo. Eu era “estranha” – a única entre meus amigos cristãos que não acreditava em Jesus”.

Enquanto estava na faculdade, Rachel fez amizade com alguns estudantes judeus. “Um dia eu estava caminhando para casa, e suspirei dizendo: ‘D’us, quero Lhe encontrar!’. Uma semana depois, um dos meus amigos judeus me convidou para visitar sua comunidade no Shabat. Eu não sabia nada sobre judaísmo ou sobre o Shabat. Mas fui. Cantamos os salmos e chorei: ‘D’us, eu Lhe encontrei!’. A partir daquele dia, nunca perdi um Shabat.”

Sonia, 28, encontrou seu caminho para a comunidade judaica de San Salvador através da única livraria judaica na cidade. Ela também não havia crescido como judia. “Mas eu sempre gostei de ler e minha família costumava dizer que os judeus eram o povo escolhido. Fui, então, para a livraria buscar mais informações. A mulher que trabalha lá me colocou em contato com a comunidade judaica”, conta.

Sonia estudou o trabalho social na universidade por um ano mas, “tive que deixar [os estudos] para trabalhar.” Trabalhava numa fábrica, na área de controle de qualidade. Agora em Israel, ela diz que gostaria de voltar aos seus estudos de trabalho social. “Acredito que existe um grande potencial aqui para ajudar outros com necessidade, especialmente em espanhol”, diz ela.

As irmãs Franco, são dez anos maiores do que Rachel e Sonia, e Yael Franco tem um filho de 13 anos, Joshua (Yehoshua), que chegou a Israel com ela. “Tudo veio do céu no momento certo”, diz Yael. “O pai de Yehoshua concordou em deixá-lo sair de El Salvador”.

Yehoshua fez o Brit Milá, quando era um bebê, mas o que é surpreendente é que seu tio, Eliyahu, não judeu e futuro líder da comunidade Beit Israel, assim como outros parentes do sexo masculino, também foram circuncidados quando eram jovens – “algo muito incomum em El Salvador”, conta Yael, “mas foi o que aconteceu na família Franco”. “Nunca comemos carne de porco, o que também é muito estranho para a América Central”, diz Yael. “E as mulheres sempre usavam saias. Nossos pais disseram que era uma coisa moral, mas nunca explicaram o por quê. Eu não acho que eles sabiam. Essa era a tradição.”

Os Franco eram ativos na igreja evangélica – seu pai era um líder religioso da comunidade, quando começou a ter dúvidas sobre o cristianismo. “Começamos a fazer muitas perguntas e, finalmente, decidimos que a igreja não era a verdade”, diz Elisheva. A medida que os discursos de seu pai começaram a divergir daquilo que os paroquianos esperavam “ele e toda a família foram expulsos”, conta Elisheva.

Somente quando deixaram a igreja, que chegaram a conhecer o judaísmo. Elisheva acrescenta: “Quando meu irmão fundou o Beit Israel, nossos velhos amigos ficaram muito irritados. Foram chamados de hereges e cortaram todo o contato. Foi a única vez que experimentamos qualquer espécie de anti-semitismo”.

Na verdade, El Salvador tem sido extraordinariamente gentil com os judeus. Quando falamos com Eliyahu Franco em 2013, ele disse que não era incomum ver uma Maguen David (estrela de David) ou uma Menorá usada como um elemento de design em um cartaz, um ônibus ou em frente a uma loja. Além do mais, Franco contou que usava seu Kipá (solidéu) abertamente na rua e, “as pessoas se aproximam de mim para dizer ue ‘amam os judeus'”.

Shabbat em Beit Israel é uma experiência incrível, explica Rachel. “Todo mundo vem para a sinagoga antes do Shabat e dorme lá. Todos trazemos e compartilhamos comida. Não há nem mesmo tempo para uma pausa na tarde de Shabat com tantas atividades e aulas! Assim é todos os sábados.”

Por Rachel quer abandonar uma comunidade tão inclusiva como esta?

“Não há nenhum outro lugar como Israel”, responde rapidamente. “Há algo especial aqui do qual eu faço parte. Já não posso mais pensar em viver em um lugar diferente. Sinto que tenho uma ‘conexão de alma’ aqui”.

Elisheva e Yael ambos trabalharam no “Jerusalem”, a escola de sua mãe, que finalmente começou a incluir aulas de história e tradição judaica. Depois de nove anos na comunidade Beit Yisrael, sabiam que era hora de seguir em frente. Viajaram primeiro para os EUA, onde as conversões ortodoxas foram feitas, e depois para Israel.

Elisheva diz que gostaria de escrever um livro sobre suas experiências. “Eu o chamaria de ‘A vida é um presente'”, diz. “Toda vez que temos um teste na vida, há, também, um propósito. Cada respiração que tomamos, cada olhar, cada fala, é um presente de D’us. Nem sempre é evidente.”

Elisheva espera que depois de aprender o suficiente, possa tornar-se uma professora de estudos judaicos para outros imigrantes de língua hispânica.

Elisheva, Yael, Sonia e Rachel chegaram em Israel – e em Jerusalém, em particular – em um momento difícil, durante a luta do país contra o terrorismo. Perguntamos-lhes se sentem medo.

Yael-Elisheva-and-Rachel-prepare-for-Shabbat
“Você está brincando?” perguntou Elisheva quase rindo. “Você não sabe o que se sente em El Salvador. Setenta pessoas são mortas a cada semana. É terrível. Me sinto muito mais segura em Israel.”

Sonia concorda. “Sinto-me segura aqui, porque estou perto de D’us.”

“É como uma grande família aqui e você nunca está sozinho”, acrescenta Elisheva. “Embora às vezes sejamos muito diferentes, as pessoas estão juntas, unidas.”

Yael e Elisheva tem uma mensagem para a comunidade em El Salvador: “Não nos esquecemos. Podemos ter sido as pioneiras, mas vamos ajudá-los a vir também.”

Yael enfatiza que ela é “grata pela atenção que a Shavei Israel nos deu, através do envio do [emissários da Shavei Israel] Rabino Daniel Tuito e o Rabino Yitzhak Aboud, que nos ajudaram a realizar o sonho de voltar a Eretz Israel [a terra de Israel] e recitar em nossa própria terra, o ‘Shema Israel Hashem Elokeinu, Hashem Echad‘”.

A Shavei Israel apoiou Yael, Elisheva, Rachel, Sonia e Aliza desde o início e continuará apoiando em suas novas vidas em Israel. Caso deseje ajudar a Shavei Israel com a comunidade de El Salvador e outras comunidades de Bnei Anussim na América Central e do Sul, por favor visite nossa página de doações.

“O processo que passamos é complicado e nem sempre é fácil”, conclui Rachel. “Mas D’us está sempre conosco. Ele escuta nossas orações. A minha alma está sempre procurando a verdade, para encontrar a D’us. Quero transmitir emuná – fé – da minha vida, e que possamos lutar pelo que é certo. Sei que D’us me ajudou.”

Shavei Israel celebra Tu B’Shvat com as comunidades ao redor do mundo em 2015

Nesta mesma data no ano passado, o mundo judaico celebrou o Tu B’Shvat, o anual “Ano Novo das Árvores”, e as comunidades da Shavei Israel fizeram parte desta festa através de festas, plantando árvores e comendo muitas frutas e nozes. De Portugal à Polônia, de Bogotá à Beit Shemesh, as comunidades judaicas “perdidas” e “escondidas” tiveram sua porção de amêndoas, castanhas, azeitonas, damascos, figos e até mesmo um cranberry ocasional. Abaixo disponibilizamos as fotos e histórias de algumas destas celebrações.

portugal

Plantando uma árvore em honra a Tu B’Shvat, em Portugal

Portugal – o emissário da Shavei Israel para os Bnei Anussim em Portugal, o Rabino Elisha Salas, celebrou a festa com um novo grupo de estudantes da pequena cidade de Seixal, perto de Lisboa. Durante as festividades, foi exibido um filme chamado Milagre de Israel, que traça a história judaica de Avraham até o presente e, plantaram uma árvore em homenagem a festa.

O Rabino Ellis lidera um "Seder" de Tu B'Shvat na Polônia
O Rabino Ellis lidera um “Seder” de Tu B’Shvat na Polônia

Polônia – o emissário da Shavei Israel, o Rabino Yehoshua Ellis nos enviou algumas impressionantes fotos em preto e branco da festa de Tu B’Shvat que foi realizada em Katowice. O Rabino Ellis liderou um “Seder” de Tu B’Shvat – um costume cabalístico iniciado no século 16, onde diferentes frutas e nozes são consumidas juntamente com as bênçãos apropriadas enquanto que as histórias são contadas, destacando o significado espiritual de cada alimento. Trinta pessoas participaram. O Rabino Ellis liderou um segundo “Seder” na noite seguinte na cidade polonesa de Gilwice.

Judeus Subbotnik comemoram com o emissário Rabino Zelig Avrasin, em Beit Shemesh
Judeus Subbotnik comemoram com o emissário Rabino Zelig Avrasin, em Beit Shemesh

Como tem acontecido nos últimos anos, a comunidade judaica Subbotnik de Beit Shemesh organizou um “Seder” de Tu B’Shvat na sinagoga Netzach Menashe. O Rabino Zelig Avrasin, emissário da Shavei Israel para a comunidade Subbotnik – tanto em Israel quanto na Rússia – presidiu as festividades, que incluíram lanches, música e dois livros escritos em russo, especialmente para os judeus Subbotnik: o primeiro foi publicado no ano passado pela Shavei Israel para Tu B’Shvat, e um novo livro foi lançado sobre as tradições de Rosh Chodesh -o início do mês judaico.

Bogotá curte suas bananas em Tu B'Shvat
Bogotá curte suas bananas em Tu B’Shvat

Na foto à direita, você pode ver a comunidade dos Bnei Anussim da sinagoga Har Sinai, em Bogotá, Colômbia, comemorando com algumas boas bananas, típicas da América do Sul.

El Salvador celebra bonito o Tu B'Shvat
El Salvador celebra bonito o Tu B’Shvat

E na esquerda, uma foto da vizinha da Colômbia para o noroeste, El Salvador. A foto é do grande “Seder” realizado pelas comunidades de Bnei Anussim das cidades de Armenia e da capital do país, San Salvador.

Combinando o Ano Novo Chinês com Tu B'Shvat em Jerusalém
Combinando o Ano Novo Chinês com Tu B’Shvat em Jerusalém

Finalmente, voamos para a China… através de Israel. Nossas fotos da comunidade chinesa judaica que comemorou o Tu B’Shvat no ano passado foram, efetivamente, tiradas aqui na Terra Santa, onde alguns dos judeus chineses dos quais a Shavei Israel tem ajudado a fazer Aliá ao longo dos últimos anos, se juntou a um grupo da Universidade Hebraica, que incluiu estudantes da China que estão estudando em Jerusalém, além dos israelenses que estão matriculados no programa Hebrew U’s Chinese e Estudos da Ásia Oriental.

Judeus chineses comemoram Tu B'Shvat em Jerusalém
Judeus chineses comemoram Tu B’Shvat em Jerusalém

Juntos, eles celebraram tanto o Tu B’Shvat quanto o Ano Novo Chinês, que aconteceu no dia 19 de fevereiro, e como Tu B’Shvat, significa o início da temporada da primavera. Nas fotos, os judeus da China estão vestindo uniformes do exército e o estudante de terno e gravata, foi o mestre de cerimônias, traduzindo do Inglês ao Chinês. A noite foi patrocinado pela organização de Relações Públicas de Israel, Stand With Us, e incluiu uma dramática demonstração de Kung Fu. Mas o destaque foi claro quando os judeus chineses recontaram a história inspiradora de suas longas viagens, desde a pequena comunidade judaica de Kaifeng até se tornarem soldados orgulhosos e totalmente judeus das Forças de Defesa de Israel.

Judeu de El Salvador: “Tenho muito orgulho de fazer parte do Povo de Israel”

20150417_175045Cerca de 300 salvadorenhos, descendentes de conversos espanhóis, observam as leis do judaísmo e sonham em viver em Israel. “Eu queria me conectar com o Criador e encontrei nos mandamentos do judaísmo, a melhor maneira de fazê-lo”, conta um líder da comunidade.

Centenas de anos após seus antepassados fugirem da Espanha, cerca de 300 descendentes de conversos espanhóis vivem em El Salvador em uma comunidade próspera, observando o judaísmo ortodoxo, mantendo as leis do Shabat e sonhando em se converter e emigrar para Israel, como judeus.

A comunidade construiu uma sinagoga na capital, San Salvador, e a nomeou de Beit Israel. Embora a congregação esteja espalhada por toda a cidade, um Minyan (Quorum para as orações, de 10 homens) se reúne lá três vezes por dia para as rezas da semana e nas sextas-feiras, véspera do Shabat, eles se reúnem no edifício no qual está localizada a sinagoga e dormem no saguão principal, para não ter que profanar o Shabat, viajando.

Eles se reúnem para as três refeições do Shabat (uma na sexta-feira à noite e as outras duas no sábado). Já que não há carne kosher em El Salvador, os membros da Beit Israel, não comem carne. Eles sabem de cor o hino nacional de Israel (em hebraico) e recentemente realizaram um serviço em memória aos soldados caídos nas guerras de Israel.20150417_175045 Continue reading “Judeu de El Salvador: “Tenho muito orgulho de fazer parte do Povo de Israel””