O que aconteceu com o “espírito de Entebe”?

Era uma vez, e realmente parece que aconteceu há muito tempo atrás, havia um Estado de Israel, o qual sabia atuar de forma decisiva para assim proteger seus cidadãos e castigar a seus inimigos.

Eu sei estimado leitor, que pode ser difícil para você acreditar, principalmente pelos recentes acontecimentos. Além do mais, Israel tem passado grande parte da última década ocupada em retroceder, rendendo-se ao terrorismo e deixando vastos territórios sob o controle palestino.

O cabo Guilad Shalit, passou o último ano no cativeiro em Gaza, em mãos palestinas. Já os residentes de Sderot e do Neguev ocidental esquivam-se de foguetes “Kassamim” diariamente. É por isso, que é fácil esquecer palavras como heroísmo, ousadia, e valentia, as quais, então, simbolizaram a forma na qual enfrentou nosso governo, o terrorismo.

Nenhuma destas qualidades, entretanto, apareceram recentemente na cúpula de Sharm el-Sheikh. Nela, o Primeiro Ministro Ehud Olmert aproveitou a oportunidade para garantir concessões e mais concessões a inútil e cada vez mais irrelevante Autoridade Palestina, na pessoa do Presidente Mahmoud Abas.

Após aceitar transferir centenas de milhões de dólares ao regime de Abas, e a fortalecer guerrilheiros do braço armado do Fatah, os quais são leais e ele (Abas), o Premier apresentou ao Presidente da Autoridade Palestina uma inesperada surpresa de despedida.

“Como um gesto de boa vontade aos Palestinos”, Olmert declarou: “decidi apresentar uma proposta, na próxima reunião de gabinete, para libertar 250 prisioneiros do Fatah, que não tenham sangue nas mãos”.

Em seguida, no tocante a resolução e recente determinação israelense, o primier insistiu que os terroristas do Fatah seriam libertados, somente si “firmarem acordos de não voltarem a converter-se em terroristas”. Ufffa! E eu que pensei que seriam liberados sem receber nada em troca.

Aparentemente, o Primeiro Ministro não se deu conta que se pode casar a liberação dos terroristas palestinos com a possível liberdade de Guilad Shalit, ou pelo menos, condicionar ou seguir avançando na frente diplomática em troca do retorno do cabo Shalit ao seu lar.

Em vez disso, o fato de que um jovem judeu israelense tenha sido seqüestrado a cerca de 12 meses por um grupo de assassinos, enquanto servia a seu país, foi tratado com desgosto e monotonia, em vez de um característico e fundamental princípio ético.

Vendo a lamentável atuação do Primeiro Ministro, é possível que lembremos o aniversário de um evento muito importante, o qual comemora três décadas esta semana. Este fato nos oferece uma recordação, justa e precisa, acerca de como devemos combater o terrorismo.

Fazem 31 anos, em 27 de junho de 1976, homens armados pertencentes a Frente Popular para a Libertação da Palestina (OLP), junto a alguns cúmplices alemães, seqüestraram o vôo 139 da Air France. Depois desviaram o vôo para a Líbia e em seguida para a cidade de Entebe em Uganda de Idi Amin.

Enquanto o mundo observava, os terroristas continuaram separando os passageiros judeus e israelenses, ameaçando matá-los caso prisioneiros palestinos seguissem sendo retidos em celas israelenses e não fossem libertados.

Entretanto, Israel não costumava ceder diante das exigências terroristas. Nenhuma cúpula internacional foi convocada em Sharm el-Sheikh, nenhum “gesto” foi dado aos terroristas, tão pouco nenhum imposto foi transferido aos seus cofres.

Em vez disso, Israel desencadeou devidamente, uma incursão militar no dia 4 de julho de 1976, libertando praticamente a todos os cativos e levando a situação a um repentino e dramático fim.

De uma só vez, Israel realçou seu rol de soberano e defensor dos judeus em qualquer lugar do mundo. Uma geração completa foi inspirada a acreditar que o povo judeu estava determinado a defender-se não importando as conseqüências.

O Resgate em Entebbe, foi assim, um poderoso símbolo para todo o mundo livre. O mesmo mostrou que com um pouco de coragem e iniciativa, e uma bela dose de força militar, o sinistro terror internacional pode ser derrotado.

Durante Anos, foi o “espírito de Entebbe” que guiou este país, e impediu aos nossos inimigos, sequer, pensar que os judeus e os israelenses eram presa fácil.

Olhando para atrás, é difícil acreditar a transformação ocorrida desde então. Em apenas três décadas, Israel deixou de ser um país que liberta reféns para ser um país que liberta terroristas.

Em vez de negar a negociação com os “meninos maus”, lhes oferecemos concessões unilaterais sem receber nada em troca.

Nos tempos de hoje, devemos tentar reviver o “espírito de Entebe” e inculcá-lo em nossa nação. As vidas judaicas, naquele tempo, eram consideradas o suficientemente preciosas, a tal ponto de correr o risco de receber uma condenação internacional em troca de salvar aos judeus em lugares distantes. Isto deve voltar a converter-se em um pilar da política israelense com respeito à segurança.

Abstendo-se de tomar as iniciativas necessárias para autoproteger-se, temendo qual seria a reação do mundo, Israel está efetivamente dando mais importância à opinião pública internacional do que as vidas e ao bem-estar de seus cidadãos. Este cálculo, não é apenas imoral, mas também é míope e perigoso.

Assim como Entebe demonstrou, o triunfo sobre os terroristas não provem quando um cede diante deles, senão quando os mesmos são forçados a render-se.

Somente recuperando o espírito de triunfo e fortaleza contraído em Entebe, e defendendo-nos de nossos inimigos, poderá Israel dissuadir aos terroristas de não cometerem mais atrocidades.

Quão mais brevemente nosso governo adote este básico enfoque, mais seguros estaremos.

Os novos rechaçados da Russia

sobotnikim-english-fixed-301013_fAgora vou contar-lhes uma história tão absurda e incoerente que deve fazer o sangue ferver. Durante os últimos quatro anos, milhares de judeus russos foram impossibilitados de fazer aliá e se encontrarem com seus parentes no Estado judeu.

Pais e filhos são forçados a viverem separados devido a manobras burocráticas e irmãos são divididos por uma loucura do governo.

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O judaísmo polonês tem futuro?

Vagarosamente, mas nem sem forte energia, o público vai ingressando no interior da Sinagoga Kupa em Cracóvia, enquanto seus cânticos e orações são ouvidos cada vez mais fortes.

Incitados pelas melodias espirituais do Rabino Shlomo Karlebach, unem suas mãos e movem suas pernas numa sintonia artística, preenchendo o ambiente com um dinâmico, porém ao mesmo tempo, suave fervor.

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Prêmio “O Sionista do Ano”

O Movimento de Libertação Nacional do Povo Judeu está passando por maus momentos.

Seja pra que lado for, o Sionismo e seus valores estão em queda. A Aliah está diminuindo, assentar na terra santa já não está em moda, e as instituições sionistas clássicas sofrem ataques por promover o aspecto judaico do estado.

Recentemente, o Ministro de Absorção anunciou que uma irrisória soma de 19700 pessoas escolheram imigrar para Israel em 2007, representado um total diminuto de dois décimos de 1% dos judeus da Diáspora. Este percentual é o menor dos últimos 20 anos.

O governo de Israel nunca esteve tão impotente para enfrentar um ataque externo e inclusive temas básicos e fundamentais como a unidade de Jerusalém são temas de controvérsia política mais do que de consenso popular.

De fato, inclusive o “mui” amigo de Israel na Comunidade Internacional, o Primeiro Ministro Ehud Olmert, afirmou ao jornal Jerusalém Post, que devemos nos acostumar a ver o futuro do país em base aos limites fronteiriços de 67, e Jerusalém dividida.

Foguetes seguem caindo em Sderot e no Neguev, Iran continua enriquecendo urânio e nossos líderes parecem não se importar com nada.

Até mesmo no que diz respeito à criatividade, o Sionismo está perdendo terreno, a mídia israelense e os campos universitários se tornaram celeiros do pós-sionismo radical. O editor do maior jornal israelense em hebraico, alega que Israel foi “violada” política e diplomaticamente e que praticamente ninguém se incomoda com o fato.

Entretanto, na Universidade Hebraica de Jerusalém, um estudante graduado recebeu honrarias por uma pesquisa que fez, na qual conclui que os soldados israelenses são racistas porque não violam as mulheres palestinas (Jornal Makor Rishon, 23 de dezembro).

Será que estamos enlouquecendo?

Parece até que John Adams, um dos fundadores dos Estados Unidos, não estava tão errado quando questionou a resistência do poder nas sociedades livres. “A democracia nunca dura muito”, escreveu, “rapidamente é desperdiçada, fica exausta e se auto-elimina. Nunca existiu uma democracia que não tenha cometido suicídio”, disse Adams.

Porém, esta não tem porque ser nossa realidade. Apesar de que tantas coisas se encontram mal ao nosso redor, o mais importante é centrarmos nas coisas boas desse país e celebrar os frutos do Sionismo.

Em vez de nos curvarmos ao cinismo e de nos prostrarmos à derrota, devemos redobrar nossos esforços por alentar o ideal sionista de Israel e de sua juventude, promovendo valores básicos como amor pelo país, patriotismo e orgulho judaico, que devem se tornar prioridade máxima, particularmente porque estes princípios são essenciais para Israel e seu futuro.

Se uma recente pesquisa for correta, e ela afirma que um terço da juventude israelense está pensando em viver no exterior, então algo saiu terrivelmente errado na forma com que nós, enquanto uma sociedade, inculcamos algumas de nossas opiniões mais básicas e fundamentais.

Eventualmente, que existem várias formas de mudar isso, desde revisar o sistema de educação, reenfatizar os símbolos nacionais, até transformar o discurso público.

Entretanto, existe uma idéia relativamente simples e direta, que pode ter um impacto mais imediato e direto: que Israel comece a repartir prêmios ao “sionista do ano”.

É verdade, que já temos o Prêmio Israel, que é entregue no Dia da Independência em uma cerimônia televisionada e conta com a participação de distintas figuras políticas. Porém o Prêmio Israel, como declara o seu próprio site oficial, tem por objetivo premiar aqueles que “tenham demonstrado excelência e tenham inovado em seu campo de trabalho ou que tenham realizado uma contribuição exclusiva à sociedade israelense”. Isto pode incluir artistas, cientistas e especialistas acadêmicos, todos eles importantes e merecem um destacável reconhecimento. Porém, o Prêmio falha por não ressaltar excepcionais e relevantes realizações de verdadeiro Sionismo e isto é um erro que deve ser corrigido.

Se o que uma nação decide honrar, demonstra uma grande mensagem com respeito aos seus valores, então o que podemos dizer do fato de não rendermos nenhum tributo à ideologia que fez surgir o estado de Israel?

Com a entrega do prêmio “o sionista do ano” a indivíduos, organizações ou comunidades, Israel transmitirá importantes mensagens direcionadas a contínua vitalidade do Sionismo e de sua importância vital para o futuro do país.

Isso permitirá ao jovem compreender que nossa sociedade e nossas instituições nacionais dão grande valor não apenas aos benefícios na área de alta tecnologia, mas também, em áreas tais como o serviço público.

A Broadway tem os Prêmios “Tony”, Hollywood tem o “Oscar” e a televisão o “Emmy”, é tempo de Jerusalém começar a distribuir o “Prêmio Herzl”.

Deixem o meu Povo entrar na Terra Prometida!

Pronto! Agora já podemos dormir sossegados. É verdade que o Irã continua com a ameaça de destruir o Estado Judeu, é verdade também, que a Síria se encontra em plena luta para obter armas de destruição em massa, e também é verdade que terroristas palestinos seguem lançando foguetes ao sul de Israel praticamente todos os dias.

Mas não temam! No 14 de outubro, o governo israelense em sua sessão semanal, decidiu dedicar seu precioso tempo e energia para nos proteger, a todos, de um mas grave perigo para o futuro de Israel: o aumento da aliah (imigração).

É isso mesmo, você leu corretamente.

Por sugestão do Ministro do Interior Meir Shitrit, o governo adotou uma vergonhosa decisão que tem por objetivo fechar as portas para grupos de pessoas que desejam se tornar judeus e viver em Israel.

Conforme o comunicado do gabinete, ficou decidido que o Ministro do Interior “outorgará vistos de entrada a grupos relacionados com conversões e aquisição de cidadania somente com a aprovação governamental e de acordo com critérios especiais”.

Porém, por trás desta aparente linguagem ingênua, jaz um objetivo mais sinistro; a determinação anteriormente anunciada por Shitrit, de impedir que grupos com laços históricos que os relacionam ao povo judeu, retornem ao judaísmo e venham viver em Israel.

Além do mais, pedir a aprovação do gabinete cada vez que um grupo de 100 ou 200 pessoas queira vir a Israel para fazer conversão, é uma receita para inércia burocrática, já que existe, uma pequena chance que um tema como este ingresse na ocupada agenda do governo, e aí… já imaginamos em que vai dar… Desta forma, criando um grande obstáculo virtualmente insuperável para conseguir a aprovação, o Ministro espera enterrar este tema de uma vez por todas e para sempre.

Certamente vem a pergunta, por que desejaria Shitrit e seus colegas de gabinete atingir tal objetivo? A resposta é realmente simples. É o mais puro pós-sionismo em sua forma mais repulsiva, repleta de prejuízos e pura ignorância.

Nos últimos meses, Shitrit deixou claro que se opõe a aliah de comunidades tais como os Bnei Menashé do nordeste da Índia, que se intitulam descendentes de uma tribo perdida de Israel, e agora está concentrando esforços para assegurar que eles não consigam retornar para casa.

Mesmo não tendo conhecido a nenhum membro da comunidade, tão pouco ter estudado o tema, Shitrit está disposto a selar o destino dessas pessoas, já que não se enquadram nos conceitos acerca de como deve ser um judeu enquanto a sua aparência externa.

Faz apenas um mês que Shavei Israel, organização que presido, trouxe para Israel um grupo de 230 Bnei Menashé após de ter recebido permissão de Roni Bar-On, o antecessor de Shitrit no Ministério do Interior. Quando Shitrit se interou do tema, tentou boicotar a chegada do grupo, inclusive no momento em que já estavam em trânsito para Israel. Felizmente não teve êxito.

Talvez, o Sr. Shitrit tenha suposto simplesmente, que todo aquele que deseja vir a Israel da Índia esteja motivado por necessidades econômicas mais que por convicções ideológicas e religiosas.

De modo surpreendente, Shitrit mesmo, nasceu no povoado de Ksar Souk, Marrocos, em 1948, e fez aliah com 9 anos de idade. Indiscutivelmente, Shitrit deve ter sofrido muito tipo de descriminação durante a época em que cresceu aqui, visto que muitos veteranos israelenses olhavam com desprezo aos imigrantes do Marrocos.

É por isso, que é realmente surpreendente que adote estes mesmos métodos que foram utilizados contra si e contra seus compatriotas, com respeito aos Bnei Menashé, seja por sua aparência física ou sua origem.

Na realidade, não parece lhe importar, a Shitrit, que o Rabino Chefe Sefaradí, o Rabino Shlomo Amar, tenha reconhecido formalmente aos Bnei Menashé como “descendentes de Israel” em março de 2005 e os chamou para se reintegrarem a Israel e ao povo judeu.

Tampouco parece incomodar, nem um pouquinho a Shitrit, o fato de já existirem 1400 Bnei Menashé vivendo aqui como judeus e israelenses em todos os sentidos. Todos passaram a conversão formal mediante o Rabino Chefe de Israel, vivem estilos de vida judaica praticante, servem o exército e mantêm-se economicamente e as suas famílias com dignidade.

Três jovens membros da comunidade receberam recentemente ordenação rabínica, enquanto que outros se encontram estudando distintas carreiras universitárias, desde ciências da computação até educação, em universidades e institutos de graduação israelenses. Durante a Segunda Guerra do Líbano ocorrida no ano passado, mais de uma dezena de jovens soldados Bnei Menashé, que estavam sozinhos no país (chaialim bodedim), estiveram em frente de batalha como parte integrante de Tzahal, combatendo os nossos inimigos e defendendo a nossa pátria.

Apesar de tudo, Shitrit está obstinado com a idéia de não permitir aos 7000 Bnei Menashé que ainda se encontram na Índia, voltarem para casa. Isto seria uma grande tragédia, não apenas para as famílias e as pessoas envolvidas, mas também para o estado de Israel.

Os Bnei Menashé são parte da extensa família judaica. Seus ancestrais foram separados de nosso povo contra sua vontade, entretanto eles conseguiram preservar através dos séculos sua identidade judaica. Agora, depois de tantas gerações de exílio, estão retomando o contato e solicitando o retorno de volta para casa.

Porém, ao invés de estender as mãos aos nossos irmãos, Shitrit e o governo preferem dar-lhes as costas, sem levar em conta que pessoas como os Bnei Menashé podem fortalecer este país.

Lamentavelmente, o que nossos líderes parecerem ter esquecido é que Israel deveria funcionar como o bote salva-vidas sionista. Confortavelmente a bordo, Shitrit e seus colegas, parecem não ter escrúpulos e tentam impedir que outros que queiram subir a bordo tenham um lugar entre nós.

Bem, eu gostaria de informar ao Sr. Shitrit e seus colegas que o processo divino de retorno a Sion por parte do povo de Israel é muito maior que qualquer pessoa e governo, e nenhum poder humano pode interpor em seu caminho.

Apesar da decisão do gabinete desta semana, o regresso histórico para casa dos Bnei Menashé e de outros grupos como este, pode e vai continuar.

Vamos lançar uma grande e alarmante campanha contra, e não vamos descansar até que possam regressar para casa.

E com a ajuda de D-us, tenho certeza que eles conseguirão.

De Kaifeng a Jerusalém

Lentamente e um tanto hesitantes, Shlomo e Dina Jin entraram na sala, ansiosos para escutar a decisão da Corte Rabínica em relação ao seu pedido para retornar ao Povo Judeu. Era um momento de profundo significado, não apenas para o agradável casal, que havia feito um longo e muitas vezes agonizante caminho, mas também para a comunidade que eles deixaram na China, a sua terra natal.

Shlomo Jin é oriundo de Kaifeng, localizada ao sul do Rio Amarelo, uns 1.100 quilômetros de Pequim. Ele é um descendente da outrora próspera comunidade judaica da cidade, a qual se estabeleceu na area durante o reinado da dinastia Song, fazem mais de 1.000 anos.

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Tragam os Falash Mura para Casa em Israel

E então o que o Rabino Chefe Sefaradi de Israel, o Ministro da Justiça do Canadá, dois congressistas dos EUA, o presidente  da Agência Judaica e o líder do Movimento Reformista tem em comum?

maxresdefaultDurante o ultimo ano, cada um deles expressou apoio para a realização da aliá dos 20.000 Falash Mura que ainda restam, para Israel. Descendentes de judeus etiópes convertidos ao Cristianismo, muitos contra a sua vontade, os Falash Mura agora desejam juntar-se ao Povo Judeu.

Com tal constelação de personalidades oferecendo o seu encorajamento e com as próprias autoridades etíopes não apresentando objeções, o que possivelmente poderia estar fazendo obstáculo à esta missão histórica e sionista?
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