Parashat Matot-Masei

O código penal segundo a Torá

Retirado do livro Mas allá del versículo, do Rabino Eliahu Birnbaum

E disse o Eterno a Moisés: — Diz aos filhos de Israel: “Quando atravessardes o Jordão para a Terra de Canaan designareis cidades de refúgio para quem entre vós tiver matado alguém sem querer. Estas cidades servirão de asilo (…), para que não seja justiçado antes de ser julgado perante o tribunal da congregação. As cidades destinadas para isso serão seis, que serão para vós cidades de asilo (…) tanto para os filhos de Israel como para o estrangeiro e o peregrino de outras terras, para que se possa refugiar ali qualquer pessoa que tirar a vida ao seu próximo por engano. Mas se o tiver ferido de morte com instrumento de ferro será considerado homicida e, por tanto, será morto irremediavelmente… Mas se, pelo contrário, causar a morte do seu próximo acidentalmente e sem ódio, derrubando-o ou mandando-lhe algo para cima sem querer, ou, se sem o ver, o matar acidentalmente com uma pedra, sem o fazer premeditadamente, o tribunal julgará entre o que matou e o vingador do sangue, segundo os seus conceitos. (Números 35,9 – 25)

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Parasha Chukat

Uma ordem heterónoma para um homem autónomo.

Retirado do livro Más allá del versículo, do rabino Eliahu Birnbaum

E disse o Eterno a Moisés: “Eis aqui o preceito que dispõe o Eterno. Diz aos filhos de Israel que tragam uma vaca vermelha sem mácula alguma e sobre a qual não se tenha posto jugo. Dá-la-eis a Eleazar o sacerdote, que a tirará do acampamento e a fará degolar na sua presença… Quem tocar no cadáver de um homem ficará impurificado durante sete dias. Deverá purificar-se com as cinzas da vaca vermelha…”(Números, 19, 1 – 22)

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Parashá Korach

Retirado do livro Más allá del versículo, do rabino Eliahu Birnbaum

A rebelião em nome da ideologia

Corach, filho de Itzhar… e Datan e Aviram… encheram-se de soberbia e levantaram-se contra Moisés, acompanhados por duzentos e cinquenta homens dos filhos de Israel, toda a gente de renome e conjurando-se contra Moisés e Aarão, enfrentando-os: “Atribuís-vos demasiado. Toda a congregação é santa e o Eterno está no meio dela. Porque então vos engrandeceis sobre o povo do Eterno?” Ao ouvir isto, Moisés prostrou-se com o rosto em terra e logo disse a Corach e à sua gente: “Amanhã o Eterno fará saber quem é Seu e quem é santo e quem quer a Seu lado, já que quem for escolhido por Ele poderá aproximar-se a Ele…” E a terra abriu a sua boca e engoliu-os, junto com as suas tendas e todos os seus pertences…”  (Números, 16, 1-35)

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Parashat Bamidbar

O exército do povo

Por Rabino Eliahu Birnbaum

«E disse o Eterno a Moisés no deserto do Sinai, no tabernáculo… “Fazei o censo de toda a congregação dos filhos de Israel, pelas suas famílias e suas casas paternas, tomando em consideração os homens de vinte anos para cima, ou seja, todos os que estão aptos para pegar em armas em Israel.» (Números, 1, 1-5)

O quarto livro da Torá, Bamidbar, o livro de Números, conta a história do povo de Israel nas suas deambulações pelo deserto, desde o segundo ano da saída do Egito, até o ano quarenta. O livro de Números é o livro da Torá mas variado no seu conteúdo. Nos três livros anteriores, é mais fácil encontrar o fio condutor: O livro de Génesis é o livro dos patriarcas e da sua história. O livro do Êxodo é o livro que narra o surgimento do povo. Levítico é o livro dos sacrifícios e da santificação. Mas o livro de Números está composto por diferentes temas, e não se centra num tema fundamental como os livros anteriores.

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As festividades de Israel

“(…) no mês primeiro, aos catorze dias do mês, é o Pessach do Eterno.
E aos quinze dias do mesmo mês haverá festa; sete dias se comerão pães ázimos. No primeiro dia haverá santa convocação; nenhum trabalho servil fareis (…) Assim, cada dia oferecereis, por sete dias, o alimento da oferta queimada em cheiro suave ao Eterno (…) E no primeiro dia do mês; nenhum trabalho servil fareis; será para vós dia de sonido de trombetas (Rosh Hashana) (….) E no dia dez deste sétimo mês tereis santa convocação, e afligireis as vossas almas; nenhum trabalho fareis. (Yom Kipur) (….) Aos quinze dias deste sétimo mês tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis; mas sete dias celebrareis festa ao Senhor (Sucot) (…) E falou Moisés aos filhos de Israel, conforme a tudo o que o Senhor ordenara a Moisés.”

(Bamidbar 28-29)

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A solidão de um homem de fé

Comentário sobre a porção semana da Torá – Balak

 

Nesta porção da Torá nos deparamos com Balak Ben Tzipor, rei de Moav, que teme o avanço dos filhos de Israel à sua terra, sabendo que este povo é ajudado por uma força transcendental que emana da vontade de D’us. Uma força da qual ele não pode lutar contra e, assim, tenta buscar ajuda através de feitiços mágicos.

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