Alegria na Colômbia :-)

Mazal tov!

Queremos dar os parabéns a Yosef Chaim pelo seu casamento na semana passada; uma mensagem de esperança neste momento difícil em todo o mundo.

Recebemo-lo na nossa kehila quando ele era ainda um menino. Agora, depois de ele ter ido para Eretz Israel, de ter estudado na Yeshiva e de ter estado no exército, voltamos a recebê-lo para o seu casamento.

Todas essas são grandes conquistas que foram vistas com o tempo, e pelas quais agradeço o trabalho da Shavei Israel.

Rabino Elad Villegas

Voando alto na Força Aérea Israelense

O Ma’ani Center, um projeto da Shavei Israel patrocinado pelo Ministério da Cultura de Israel, teve seu mais recente programa Higanu Habaita. Esta série de conferências, cujo título significa «Voltámos para casa», apresenta novos imigrantes com histórias excepcionais.

Na semana passada trouxemos Yonatan Kashtan, que serviu de 2016 a 2019 na Unidade de Relações Internacionais da Força Aérea Israelense. Yonatan, nascido em Montevideu, Uruguai, em 1996, imigrou para Israel com a sua mãe em 2008.

Depois de terminar o ensino médio, Yonatan serviu como técnico pré-militar e depois três anos na Força Aérea, que foram as suas experiências mais significativas até o momento.

Yonatan partilhou a sua fascinante história em espanhol e foi bem recebido por todo o público da sala, que estava lotada. Agradecemos profundamente a Yonatan pelo seu tempo e dedicação, e estamos ansiosos pelo próximo programa Higanu Habaita!

Menina Bnei Menashe recebe prémio na residência presidencial de Israel

Ya’ara Namte, uma jovem da comunidade Bnei Menashe, recebeu um prémio especial num evento que teve lugar na residência presidencial, em Jerusalém, pela sua colaboração com os jovens Bnei Menashe, ao ajudá-los a se integrarem na vida israelense. O prémio foi excepcional, não só por ser uma grande honra, mas porque Ya’ara entrou no movimento juvenil Oz apenas há alguns meses.

Num evento realizado na residência presidencial, em Jerusalém, o Presidente de Israel, Ruby Rivlin e o Presidente da KKL-JNF, Daniel Atar, reconheceram vários jovens israelenses por sua contribuição à comunidade. Ya’arah, que fez aliá para Israel há vários anos, quando tinha 14, através da Shavei Israel, admite que não foi fácil para ela. No entanto, é algo profundamente importante para os Bnei Menashe, pois é difícil para eles guardar os mandamentos da Torá e manter a tradição judaica na Índia. Mesmo quando crianças, os Bnei Menashe crescem com o conhecimento de que seus pais planejam trazê-los para Israel um dia, e é isso que eles esperam e sonham.

A família de Ya’ara estabeleceu-se em Nof Hagalil, na região da Galiléia. Apesar dos muitos desafios, Ya’ara adaptou-se à nova cultura e estilo de vida diferente. Ela decidiu retribuir, usando sua própria experiência ao serviço do movimento juvenil Oz e fez uma grande diferença em muito pouco tempo.

Como dizemos em Israel, kol hakavod Ya’arah!

Yosef e Bruria: uma jornada de retorno

A Shavei Israel tem o prazer de vos apresentar Yosef Mendez e Bruria Brito, da Venezuela, estudantes do nosso Machon Miriam, instituto de conversão em idioma espanhol.  Bruria e Yosef, casados ​​há quase oito anos, estão prestes a se casar novamente — desta vez de acordo com todos os preceitos da tradição judaica, pois terão completado a sua jornada rumo ao judaísmo. Esta é a sua história:

— Eu sou o Luis Mendez (Yosef) e esta é a minha esposa, Francys (Bruria) Brito.  Somos venezuelanos e começámos a estudar judaísmo na Venezuela em uma comunidade de sefarditas.  Lá encontrámos pessoas que eram candidatas à conversão, junto com judeus.

Começámos a estudar a halacha (lei judaica) e a porção semanal da Torá, até que, finalmente, decidimos que também queríamos fazer parte do povo judeu, por opção. No entanto, não foi e não tem sido  assim tão simples. Escolher esse caminho não é uma decisão da noite para o dia ou mesmo de um ano. Foram anos de estudo e preparação, enquanto procurávamos a oportunidade de concluir a conversão.

Apesar dos obstáculos que enfrentamos há mais de 6 anos, tudo nos ajudou a ter a certeza do que queremos enquanto casal. Que a Torá, o judaísmo, as mitsvot (mandamentos) e Israel fazem parte da nossa vida do dia a dia.

Decidimos ir para a Argentina para encontrar uma comunidade mais sólida, já que a Venezuela estava passando por um processo que dificultava a vida judaica lá.  Na Argentina, poderíamos estar em uma comunidade, sermos reconhecidos e ao mesmo tempo praticar, estudar e prepararmo-nos para concluir o processo de conversão.

Agora estamos em Israel há um ano.  Na Argentina, entrámos em contato com a Shavei Israel para que nos ajudassem na conclusão do processo de conversão.  Agora estamos infinitamente gratos à Shavei Israel, que esteve connosco a cada passo do caminho: no processo de estudo, desde as primeiras entrevistas, antes do Beit Din (tribunal de conversão), até quando finalmente chegámos ao Beit Din. O tempo todo nos sentimos seguros e muito gratos à Shavei Israel por todo o apoio que eles nos deram. Não dá para nomear cada uma das coisas pelas quais estamos gratos; é impossível listá-las.

Há apenas uma pequena etapa para concluir: apenas um brit milah e o dia mais esperado das nossas vidas: o dia em que faremos a imersão em um mikve e emergiremos como membros a 100% do povo judeu e, se De’s quiser, casaremos em uma cerimónia judaica. — 

Porque tu és judeu – Uma história sobre um despertar judaico na Polónia

«Nasci em Czestochowa, na Polónia, em 1988. Como não havia escolas judaicas na Polónia na época, a minha mãe enviou-me para uma escola pública. Quando eu tinha 8 anos, um dia voltei da escola e contei à minha mãe o que a professora nos tinha dito naquele dia:

— Mãe, amanhã não podemos comer carne, vamos à igreja e o padre vai derramar cinzas em cima das nossas cabeças.

A minha mãe olhou para mim e disse: — Sim, se não quiseres comer carne amanhã, não te dou carne, mas não vais à igreja.

Eu perguntei: — Por que não?

Ela disse: — Porque és judeu.

Foi assim que Yaakov Wasilewicz soube que era judeu. Mas ele aprendeu rapidamente que era melhor guardar essa informação para si. No dia seguinte a ter dito a um amigo que era judeu, todos começaram a chamá-lo «judeu sujo». De modo que Yaakov manteve isso em segredo na escola.

Durante as férias de verão e de inverno, Yaakov começou a frequentar o campo de Lauder, um lugar onde as famílias judias da Polónia passavam algumas semanas estudando judaísmo. O acampamento era para três gerações de judeus polacos: Sobreviventes do holocausto, seus filhos e netos.

Foi estimulante para Yaakov estar num lugar onde não precisava de esconder a sua verdadeira identidade. Lá todos eram judeus e todos se sentiam à vontade. Lá Yaakov aprendeu hebraico e canções judaicas, e cantava por todo o lado.

Agora Yaakov é casado, tem um filho e vive em Far Rockaway, Nova Iorque. Não se esqueceu das suas raízes nem dos desafios que os judeus polacos têm que enfrentar para viver como judeus, e disponibilizou-se para ensiná-los à distância, dando até uma aula para um grupo de judeus polacos que participavam de um seminário da Shavei Israel.

Aprecie a música de Yaakov Wasilewicz, com arranjos e produção do famoso intérprete Eitan Katz.

Yaakov escreveu-o dedicando-o à sua mãe, Halina Wasilewicz (que a sua memória seja uma bênção), que representava muito do que a Akeida representa para o povo judeu: Um pai que se sacrifica sem limites para o seu filho.

Esta música já está disponível no Spotify, Apple Music e em qualquer outro lugar onde haja música!

YTZJAK LÓPEZ DE OLIVEIRA: UMA HISTÓRIA PESSOAL

Ytzjak López de Oliveira é responsável pela Casa Anussim, o centro de visitantes da Shavei Israel em Belmonte, Portugal.

Por trás de cada história estão as pessoas que as fazem acontecer. A história do centro de visitantes da Shavei Israel em Belmonte, Portugal, não é excepção. A pessoa por trás dele é Ytzjak López de Oliveira.

Ytzjak López de Oliveira é responsável pela Casa Anussim, o centro de visitantes da Shavei Israel em Belmonte, Portugal. Ytzjak nasceu em La Corunha, Galiza, Espanha. É descendente de Conversos (também chamados marranos) da «Raia», a zona fronteiriça entre Portugal e Espanha.

Depois de fundar a Comunidade Judaica Ner Tamid da Corunha, e sabendo a sua situação irregular no judaísmo, Ytzjak, um arquiteto paisagista de profissão, entrou em contacto com a Shavei Israel através do rabino Elisha Salas, que era na época o rabino da comunidade de Belmonte, Portugal. Sob a orientação e tutela do rabino Elisha Salas e o apoio inabalável da Shavei Israel, Ytzjak regressou ao judaísmo e continua estudando para expandir seus conhecimentos e aprofundar sua conexão com sua herança cultural.

– A minha casa, – explica Ytzjak, – que era originalmente o centro da Shavei Israel em Belmonte, ainda é um ponto de encontro para estudantes em processo de conversão e judeus em trânsito, que aqui, como o rabino Elisha me ensinou, receberão sempre umas boas-vindas calorosas no Shabat, feriados e em qualquer dia da semana. Ofereço-lhes principalmente comida sefardita, receitas de família e canções (até em Ladino), para que tenham boas lembranças da sua visita graças à Shavei Israel. –

ALIÁ BNEI MENASHE: ELON HAOKIP

Ainda este ano, a Shavei Israel trará um grupo de 250 imigrantes Bnei Menashe do nordeste da Índia para Israel em Aliá.  

Entre eles está Elon Lunkhojang Haokip, de 55 anos. Um nativo de Manipur muito animado por realizar o seu sonho e retornar à terra dos seus antepassados.

Elon lembra-se de se começar a interessar pela sua herança judaica há cerca de vinte anos, quando soube que as origens da sua família remontam às Dez Tribos Perdidas de Israel. Elon começou a viver o estilo de vida de um judeu praticante, e escolheu usar os seus talentos para apoiar a sua comunidade. Desempenhou primeiro a função de chazan(cantor) no centro comunitário local de B.Vengnom, Beith Shalom, e, mais tarde, a de mohel, trazendo cerca de 1000 meninosBnei Menashe para o Pacto de Abraão.

Elon é casado e tem quatro filhos e uma filha que se juntarão a ele no caminho de regresso ao Estado judaico.

 — É como um sonho para mim, ir para a terra que eu sempre desejei, e este sonho está finalmente a tornar-se realidade, com a ajuda da Shavei Israel! — Exclamou Haokip, emocionado.

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A data em que a família de Elon se poderá mudar para Israel, juntamente com os outros Bnei Menashe que farão Aliá com eles, depende em parte do financiamento. O custo por imigrante é de apenas US $ 1.000, o que cobre passagens aéreas e transporte da Índia para Israel, bem como alguns dos custos iniciais de absorção.  Por cada US $ 1.000 angariados, Elon ou outro Bnei Menashe poderá fazer a longa jornada de volta a Sião

Apoie a aliá dos Bnei Menashe e faça uma  verdadeira diferença!