O Livro “Raízes Judaicas” da Shavei Israel bate recordes!O Livro “Raízes Judaicas” da Shavei Israel bate recordes!O Livro “Raízes Judaicas” da Shavei Israel bate recordes!

כריכהQuando a Shavei Israel anunciou, na semana passada, a publicação de seu novo livro em espanhol, “Você Tem Raízes Judaicas?”, era esperado que algumas centenas de pessoas solicitassem o download gratuito da versão digital para eBook. Mas, já nas primeira 48 horas, tantas pessoas acessaram o site para poder receber sua cópia, que o site especial que montamos para esta finalidade deixou de funcionar.

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Shavei Israel publica novo livro: “Você tem raízes judaicas?”

Do you have Jewish roots eBook coverAlguma vez você já se perguntou “será que tenho raízes judaicas?”? Existe uma tradição familiar, aparentemente incomum, que você não sabe sua origem? Pode ser que seu nome é similar à outros nomes judaicos de outras épocas?

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Seminário da Shavei Israel para adolescentes judeus poloneses em Varsóvia

Polish teen seminar 4Quando a Shavei Israel realizou o último “Shabaton para adolescentes” em Varsóvia, a resposta, em consenso, dos 18 adolescentes poloneses que participaram foi: “quando podemos fazer isso de novo?”. Isso foi em janeiro. Após seis frios meses de um intenso inverno polonês, o verão chegou e, assim também, o próximo evento para os adolescentes.

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Um Bar Mitzvá Espanhol para os Bnei Anussim em Jerusalém

Quando a família e os amigos costumavam perguntar a Baruch Israel o que ele queria ser quando crescesse, ele não respondia como as outras crianças que especificavam uma profissão. Não era ser médico e nem advogado que Baruch aspirava. “Quando crescer, quero ser judeu!”, respondia enfaticamente.

O objetivo de Baruch finalmente foi alcançado. Nascido em Elda, no sudeste da Espanha, Baruch e sua família são Bnei Anussim – descendentes de judeus que foram forçados a se converter ao catolicismo ha cerca de 500 anos atrás – que hoje, terminaram o processo do retorno completo ao judaísmo e, para Israel. A família – Baruch, sua mãe e sua avó – mudaram-se para Israel em 2012 e a mãe de Baruch, Sarah, contou esta história, do sonho juvenil de seu filho, no Bar Mitzvá do próprio, realizado no início deste ano, perto de Jerusalém.

A família poderia nunca ter encontrado o caminho para Israel, se não fosse a ajuda da Shavei Israel. Sarah explica que sua mãe passou anos pesquisando para enfim encontrar “a verdade da existência de D’us. Ela buscou no vegetarianismo, na naturopatia, na yoga e mesmo em diferentes religiões”. Até que se encontraram com o emissário da Shavei Israel aos Bnei Anussim da Espanha, o Rabino Nissan Ben-Avraham e,”descobrimos nossa verdadeira identidade – e que esta necessidade de buscar a alma era uma expressão das raízes judaicas ocultas por tanto tempo”.

De repente, as tradições familiares misteriosas começaram a fazer sentido. Por exemplo, ambas avós mantinham em suas casas duas cozinhas, “uma que estava sempre limpa e outra que não era utilizada” uma possível ligação com as leis de Kashrut que exigem uma separação entre os alimentos de leite e os de carne. Outra possível “dica” estava na maneira como os utensílios da cozinha eram preparados para a Páscoa, o avô costumava ir, de vez em quando, limpar os potes e panelas da cozinha de uma maneira incomum, removendo todas as manchas e os imergindo em um panela de água fervente. “Lembro-me de dizer a ele, vovô, essas panelas são tão baratas, por que simplesmente, não compramos novas?” Sarah lembra.

A família nunca foi à igreja – outro costume estranho em uma pequena cidade espanhola, predominantemente católica – e acendiam velas em memória aos membros da família que morreram. Até mesmo o sobrenome da família, Pardo, é um sobrenome tradicional judaico, como Sarah, mais tarde, descobriu.

Em 2007, Sarah participou de seu primeiro seminário da Shavei Israel, realizado em Palma de Mallorca. “Este foi nosso primeiro contato real com outras pessoas com origens Anussim”, diz Sarah. Ela, então, voltou a participar de um segundo e um terceiro seminário em 2008 e 2009, e Baruch e sua avó viajaram para Israel, em uma viagem patrocinada pela Shavei Israel. “Todos estes encontros, juntamente com a equipe da Shavei Israel, nos deram o incentivo que precisávamos para poder seguir em frente”, diz Sarah.

Nesta altura, a família já estava vivendo um estilo de vida observante na Espanha. “Deixamos de comer todos os alimentos proibidos pela Torá, coloquei mezuzot em casa e começamos a guardar o sábado (Shabat). Baruch foi circuncidado por um judeu cirurgião e mohel”.

Baruch levou as mudanças numa boa. “Por causa de seu caráter pacífico, ele sempre teve muitos amigos”, Sarah continua. Ainda assim, ele era diferente das crianças a sua volta. “Se íamos a algum lugar visitar, ele não podia comer muitas das coisas servidas. Não podia mais celebrar os eventos escolares, tais como o carnaval, que se trata de uma festa, realmente, pagã, nem podia ir para a escola nos feriados judaicos”. Cada vez mais, “nossos familiares, amigos e vizinhos, que sabiam que praticávammos o judaísmo, nos diziam que deveríamos ir viver em Israel”.

Antes disso tornar-se uma realidade, porém, a família necessitava converter-se formalmente ao judaísmo. O Rabino Eliyahu Birnbaum, diretor educacional da Shavei Israel, ajudou com o aconselhamento a família. Mudaram-se, então, para Madrid, e depois de dois anos intensos, a conversão foi concluída sob os auspícios do rabinato-chefe de Madrid. “Nós seremos sempre sinceramente gratos ao Rabino Birnbaum”, diz Sarah.

A estadia em Madrid era financeiramente difícil para a família. Sarah não podia continuar com o trabalho que exercia em Elda, como auxiliar de enfermagem em um centro para pacientes com a doença Alzheimer. A mãe de Sarah, Shulamit, que tinha trabalhado a maior parte de sua vida na indústria de calçados de Elda, vendeu a casa da família para cobrir as despesas.

Até o momento em que a Aliyá finalmente aconteceu, “já não tínhamos mais dinheiro”, diz Sarah. Mas com os benefícios do Ministério de Absorção israelense e muito trabalho duro, a família têm sido capaz de enfrentar as despesas em sua nova casa.

Sarah trabalha em uma creche para as crianças da comunidade Bnei Menashe, enquanto participa das aulas do Ulpan em hebraico. (“Já estou no nível gimel, agora”, relata com orgulho). Baruch, enquanto isso, está prosperando muito rápido. “Ele tornou-se um israelense completo, com muitos amigos que gostam muito dele”, diz Sarah. Ele também está se saindo muito bem na escola, recebendo 100 nas aulas de Mishná, Torá e Talmud. “D’us nos enviou pessoas maravilhosas que se preocupam com nosso bem-estar.”

Entre estas pessoas maravilhosas está a família Dimri, companheiros e vizinhos que também falam espanhol, que trouxeram estes novos imigrantes para “debaixo de suas asas”, convidando-os para as refeições do Shabat e abrindo, completamente sua casa, para eles. Yonatan Dimri é o diretor da Yeshiva Netivot Yosef em Mitzpe Yericho e o “gabai” da sinagoga sefaradita local. A influência de Yonatan tem sido particularmente importante pois, afirma Sarah, Baruch cresceu sem pai (seus pais se divorciaram quando ele era muito jovem).

Assim, quando Baruch recebeu seu primeiro par de tefilin, foi Yonatan que lhe ensinou como colocá-los. A família Dimri também organizou todos os arranjos para a “hanachat tefilin” (colocação do Tefilin pela primeira vez) que antecedeu a celebração do Bar Mitzvá de Baruch, que aconteceu no Kotel (Muro das Lamentações), encenrrando com um “Kidush” festivo, que contu com a participação de 25 pessoas. Entre os convidados especiais estava o Rabino Moshe Ben-Dahan, quem a família conheceu, quando estavam de Madrid.

Sarah estava exultante ao ver seu filho celebrando o Bar Mitzvá em Israel, e cumprindo, assim, tantos sonhos – dela própria e o anseio de tantos antepassados Anussim. “Não há vida para a Neshama (alma) judaica, fora de Eretz Israel (Terra de Israel)”, diz Sarah. Ela conecta seu processo com o do patriarca bíblico Abraão, a quem D’us disse “Lecha Lech” – Saia de sua casa – e lhe orienta a ir a uma terra que lhe mostraria. “D’us nos disse, também, para levantar-nos e ir embora. Ele nos levou de Elda para Madrid e de lá para Israel!”

Para Baruch, a quem sua mãe cantava frequentemente o “Hatikva”, o hino nacional de Israel, antes de ele ir dormir quando estavam na Espanha, Israel tem sido nada menos do que um período de transformação. “Ele precisava ver que existia um lugar aonde, tudo o que estávamos aprendendo e praticando em casa, realmente existia. Foi realmente um presente do céu conhecer a Shavei Israel. Obrigado por se preocuparem com o Baruch … e por todos nós!”

Seguem abaixo, algumas fotos da celebração do Bar Mitzvá do Baruch, no Kotel:

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Um Shavuot Subbotnik!

12A comunidade judaica Subbotnik de Beit Shemesh realizou uma festa “pré-Shavuot”, na semana passada antecipando a festa na qual se comemora Matan Torá – a entrega da Torá ao povo judeu, no Monte Sinai. O evento foi organizado pela diretora do departamento de Rússia e Europa Oriental da Shavei Israel, Esther Surikova.

O Rabino Zelig Avrasin, nosso emissário para a comunidade, foi o mestre de cerimônias desta noite que contou com uma refeição festiva (com o tradicional Bolo de Queijo de Shavuot) e uma atividade interativa sobre os Dez Mandamentos – cada participante recebeu um papel com o texto de um dos Dez Mandamentos e tiveram que decidir, e debater, entre eles como se posicionar na sala, por ordem de imporância.

Os participantes utilizaram o livreto de Shavuot em russo, que a Shavei Israel publicou, no ano passado, para as comunidades Subbotnik. Ouviram música israelense e também discutiram notícias atuais da comunidade que provenieram, Visoky.

Seguem abaixo algumas fotos do evento:

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Pesach em Belmonte

1Quando se descreve a alguém uma viagem ou um passeio, faz-se habitualmente uma descrição de algo que se aprecia como narrativo… uma discrição na qual expomos nossas ideias e vivências. Ao tentar descrever a Pesach em Belmonte, quero começar por caracterizar fisicamente: não foi uma visita muito comprida, foram apenas 4, 5 dias… foi uma visita larga! 

Larga porque o que arrebato para primeiro plano da minha descrição é, basicamente, a grande dimensão de conhecimento retido, que só a experiência vivida pode transmitir: “eu estou aqui, agora, a ver e a viver isto deste modo”. Julgo que não haverá outra forma para poder entender tão bem um seder Pesach como o de desfrutá-lo presencialmente em comunidade.

Por tudo isto quero desde já agradecer ao Rav. Elisha Salas por me ter propiciado esta visita e à comunidade de Belmonte por me terem recebido tão bem, não posso deixar de referir de forma especial o Sr. Carlos Morão e sua esposa que me receberam com uma hospitalidade imensurável.

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Sendo mais descritivo, posso dizer que a viagem entre a cidade invicta (Porto) e a vila de Belmonte é bastante confortável e fácil de fazer sendo quase todo percurso feito em autoestrada, algo que há uns anos atrás era bem mais penoso. O alojamento na Casa do Castelo era irrepreensível. A proposta do Rav. Elisha sobre onde pernoitar foi perfeita, para não falar que a estalagem está habituada com os costumes alimentares judaicos e tenta oferecer na medida do possível opções gastronómicas muito assertivas e agradáveis, já para não falar no preço que ficou muito em conta.1Quando se descreve a alguém uma viagem ou um passeio, faz-se habitualmente uma descrição de algo que se aprecia como narrativo… uma discrição na qual expomos nossas ideias e vivências. Ao tentar descrever a Pesach em Belmonte, quero começar por caracterizar fisicamente: não foi uma visita muito comprida, foram apenas 4, 5 dias… foi uma visita larga!

Larga porque o que arrebato para primeiro plano da minha descrição é, basicamente, a grande dimensão de conhecimento retido, que só a experiência vivida pode transmitir: “eu estou aqui, agora, a ver e a viver isto deste modo”. Julgo que não haverá outra forma para poder entender tão bem um seder Pesach como o de desfrutá-lo presencialmente em comunidade.

Por tudo isto quero desde já agradecer ao Rav. Elisha Salas por me ter propiciado esta visita e à comunidade de Belmonte por me terem recebido tão bem, não posso deixar de referir de forma especial o Sr. Carlos Morão e sua esposa que me receberam com uma hospitalidade imensurável.

2Sendo mais descritivo, posso dizer que a viagem entre a cidade invicta (Porto) e a vila de Belmonte é bastante confortável e fácil de fazer sendo quase todo percurso feito em autoestrada, algo que há uns anos atrás era bem mais penoso. O alojamento na Casa do Castelo era irrepreensível. A proposta do Rav. Elisha sobre onde pernoitar foi perfeita, para não falar que a estalagem está habituada com os costumes alimentares judaicos e tenta oferecer na medida do possível opções gastronómicas muito assertivas e agradáveis, já para não falar no preço que ficou muito em conta.

3A vila é linda, tem uma oferta cultural vasta, algo que é recente, julgo que se recuássemos no tempo uns vinte anos não presenciávamos esta realidade, assim sendo tenho que associar muito do desenvolvimento da vila à autoafirmação ou emancipação social da comunidade judaica de Belmonte.

4Referindo isto não posso deixar de manifestar a meu contentamento ao ver os membros da comunidade vivendo o seu dia-a-dia com altivez, aqueles que durante séculos viveram na penumbra são agora um dos símbolos máximos da vila… Mesmo numa nação que perdeu a sua identidade judaica, estão organizados de forma a viverem em conformidade com a nossa identidade, creio que são das poucas comunidades judaicas funcionais no nosso país, senão a única! Um pensamento recorrente durante a minha estadia em Belmonte: “ que bom seria termos mais comunidades assim no nosso pais, uma comunidade com infraestruturas, educação judaicas…”

Resumindo, tentando ser o mais breve possível porque muito fica com certeza por dizer, quero referir que nada pode substituir a experiencia, a vivência… Estar em Belmonte, frequentar a sinagoga, estar em comunidade é indispensável e fundamental…

5Estes breves contactos e momentos vividos em comunidade enriquecem-nos, o partilhar de experiências na primeira pessoa, é uma verdadeira fonte de aprendizagem.

Nos seder senti-me um autêntico menino, fascinado com tudo que se passava à minha volta, captando todos os movimentos, palavras, gestos, sorrisos… tudo que vi ou ouvi foi como uma lição.

6Mal posso esperar por uma próxima visita a Belmonte. Saudade trago comigo desde que voltei ao Norte.

Uma vez mais quero agradecer ao Rav.Elisha por me ter ajudado a realizar esta visita da melhor forma e a toda a comunidade de Belmonte o meu muito, muito obrigado!!

Grande abraço;

André Mariano Filipe Gomes Tavares1

Seder “Amenim” para as Mulheres da Comunidade Judaica Emergente na Colômbia

Women in Colombia get ready to say Amen!
As mulheres na Colômbia se preparam para responder Amen!

O Seder “Amenim” é uma antiga tradição judaica, onde as mulheres se reúnem em uma refeição festiva e todas recitam, em uníssono, o Amém. Isto é feito antes de comer as cinco comidas principais e recitar suas respectivas bênçãos: Gefen – para o vinho (ou suco de uva), HaAdama – para o vegetal, haEtz – para as frutas, Mezonot – para alimentos feitos de grãos (tais como biscoitos e bolos) e Sheakol para todo o resto.

O Seder “Amenim” é realizado, geralmente, em Rosh Chodesh, marcando o início do primeiro mês do calendário hebraico. Se recita então, por vezes, o Pirkei Shirá, uma coleção de salmos, que, de acordo com o filósofo judeu Rabi Yossef Albo, é garantido a todos aqueles Yehudim que os recitam um lugar no mundo vindouro.

As mulheres Bnei Menashe, na Índia, têm realizado o Seder “Amenim” (literalmente O Ritual do Amen) por anos. Agora, a tradição chegou à Colômbia e, a Rebetzin Yocheved Yehoshua, esposa do Emissário da Shavei Israel para a Colômbia, o Rabino Shimon Yehoshua, organizou o primeiro Seder “Amenim” para 25 mulheres de Bogotá. O evento foi realizado no Hotel Lancaster, de Jack Goldstein, que gentilmente permitiu utilizar o local, sem nenhum custo.

Segue abaixo outra foto:

The "Seder" table
A mesa do “Seder”