Um Shavuot Subbotnik!

12A comunidade judaica Subbotnik de Beit Shemesh realizou uma festa “pré-Shavuot”, na semana passada antecipando a festa na qual se comemora Matan Torá – a entrega da Torá ao povo judeu, no Monte Sinai. O evento foi organizado pela diretora do departamento de Rússia e Europa Oriental da Shavei Israel, Esther Surikova.

O Rabino Zelig Avrasin, nosso emissário para a comunidade, foi o mestre de cerimônias desta noite que contou com uma refeição festiva (com o tradicional Bolo de Queijo de Shavuot) e uma atividade interativa sobre os Dez Mandamentos – cada participante recebeu um papel com o texto de um dos Dez Mandamentos e tiveram que decidir, e debater, entre eles como se posicionar na sala, por ordem de imporância.

Os participantes utilizaram o livreto de Shavuot em russo, que a Shavei Israel publicou, no ano passado, para as comunidades Subbotnik. Ouviram música israelense e também discutiram notícias atuais da comunidade que provenieram, Visoky.

Seguem abaixo algumas fotos do evento:

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Pesach em Belmonte

1Quando se descreve a alguém uma viagem ou um passeio, faz-se habitualmente uma descrição de algo que se aprecia como narrativo… uma discrição na qual expomos nossas ideias e vivências. Ao tentar descrever a Pesach em Belmonte, quero começar por caracterizar fisicamente: não foi uma visita muito comprida, foram apenas 4, 5 dias… foi uma visita larga! 

Larga porque o que arrebato para primeiro plano da minha descrição é, basicamente, a grande dimensão de conhecimento retido, que só a experiência vivida pode transmitir: “eu estou aqui, agora, a ver e a viver isto deste modo”. Julgo que não haverá outra forma para poder entender tão bem um seder Pesach como o de desfrutá-lo presencialmente em comunidade.

Por tudo isto quero desde já agradecer ao Rav. Elisha Salas por me ter propiciado esta visita e à comunidade de Belmonte por me terem recebido tão bem, não posso deixar de referir de forma especial o Sr. Carlos Morão e sua esposa que me receberam com uma hospitalidade imensurável.

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Sendo mais descritivo, posso dizer que a viagem entre a cidade invicta (Porto) e a vila de Belmonte é bastante confortável e fácil de fazer sendo quase todo percurso feito em autoestrada, algo que há uns anos atrás era bem mais penoso. O alojamento na Casa do Castelo era irrepreensível. A proposta do Rav. Elisha sobre onde pernoitar foi perfeita, para não falar que a estalagem está habituada com os costumes alimentares judaicos e tenta oferecer na medida do possível opções gastronómicas muito assertivas e agradáveis, já para não falar no preço que ficou muito em conta.1Quando se descreve a alguém uma viagem ou um passeio, faz-se habitualmente uma descrição de algo que se aprecia como narrativo… uma discrição na qual expomos nossas ideias e vivências. Ao tentar descrever a Pesach em Belmonte, quero começar por caracterizar fisicamente: não foi uma visita muito comprida, foram apenas 4, 5 dias… foi uma visita larga!

Larga porque o que arrebato para primeiro plano da minha descrição é, basicamente, a grande dimensão de conhecimento retido, que só a experiência vivida pode transmitir: “eu estou aqui, agora, a ver e a viver isto deste modo”. Julgo que não haverá outra forma para poder entender tão bem um seder Pesach como o de desfrutá-lo presencialmente em comunidade.

Por tudo isto quero desde já agradecer ao Rav. Elisha Salas por me ter propiciado esta visita e à comunidade de Belmonte por me terem recebido tão bem, não posso deixar de referir de forma especial o Sr. Carlos Morão e sua esposa que me receberam com uma hospitalidade imensurável.

2Sendo mais descritivo, posso dizer que a viagem entre a cidade invicta (Porto) e a vila de Belmonte é bastante confortável e fácil de fazer sendo quase todo percurso feito em autoestrada, algo que há uns anos atrás era bem mais penoso. O alojamento na Casa do Castelo era irrepreensível. A proposta do Rav. Elisha sobre onde pernoitar foi perfeita, para não falar que a estalagem está habituada com os costumes alimentares judaicos e tenta oferecer na medida do possível opções gastronómicas muito assertivas e agradáveis, já para não falar no preço que ficou muito em conta.

3A vila é linda, tem uma oferta cultural vasta, algo que é recente, julgo que se recuássemos no tempo uns vinte anos não presenciávamos esta realidade, assim sendo tenho que associar muito do desenvolvimento da vila à autoafirmação ou emancipação social da comunidade judaica de Belmonte.

4Referindo isto não posso deixar de manifestar a meu contentamento ao ver os membros da comunidade vivendo o seu dia-a-dia com altivez, aqueles que durante séculos viveram na penumbra são agora um dos símbolos máximos da vila… Mesmo numa nação que perdeu a sua identidade judaica, estão organizados de forma a viverem em conformidade com a nossa identidade, creio que são das poucas comunidades judaicas funcionais no nosso país, senão a única! Um pensamento recorrente durante a minha estadia em Belmonte: “ que bom seria termos mais comunidades assim no nosso pais, uma comunidade com infraestruturas, educação judaicas…”

Resumindo, tentando ser o mais breve possível porque muito fica com certeza por dizer, quero referir que nada pode substituir a experiencia, a vivência… Estar em Belmonte, frequentar a sinagoga, estar em comunidade é indispensável e fundamental…

5Estes breves contactos e momentos vividos em comunidade enriquecem-nos, o partilhar de experiências na primeira pessoa, é uma verdadeira fonte de aprendizagem.

Nos seder senti-me um autêntico menino, fascinado com tudo que se passava à minha volta, captando todos os movimentos, palavras, gestos, sorrisos… tudo que vi ou ouvi foi como uma lição.

6Mal posso esperar por uma próxima visita a Belmonte. Saudade trago comigo desde que voltei ao Norte.

Uma vez mais quero agradecer ao Rav.Elisha por me ter ajudado a realizar esta visita da melhor forma e a toda a comunidade de Belmonte o meu muito, muito obrigado!!

Grande abraço;

André Mariano Filipe Gomes Tavares1

Seder “Amenim” para as Mulheres da Comunidade Judaica Emergente na Colômbia

Women in Colombia get ready to say Amen!
As mulheres na Colômbia se preparam para responder Amen!

O Seder “Amenim” é uma antiga tradição judaica, onde as mulheres se reúnem em uma refeição festiva e todas recitam, em uníssono, o Amém. Isto é feito antes de comer as cinco comidas principais e recitar suas respectivas bênçãos: Gefen – para o vinho (ou suco de uva), HaAdama – para o vegetal, haEtz – para as frutas, Mezonot – para alimentos feitos de grãos (tais como biscoitos e bolos) e Sheakol para todo o resto.

O Seder “Amenim” é realizado, geralmente, em Rosh Chodesh, marcando o início do primeiro mês do calendário hebraico. Se recita então, por vezes, o Pirkei Shirá, uma coleção de salmos, que, de acordo com o filósofo judeu Rabi Yossef Albo, é garantido a todos aqueles Yehudim que os recitam um lugar no mundo vindouro.

As mulheres Bnei Menashe, na Índia, têm realizado o Seder “Amenim” (literalmente O Ritual do Amen) por anos. Agora, a tradição chegou à Colômbia e, a Rebetzin Yocheved Yehoshua, esposa do Emissário da Shavei Israel para a Colômbia, o Rabino Shimon Yehoshua, organizou o primeiro Seder “Amenim” para 25 mulheres de Bogotá. O evento foi realizado no Hotel Lancaster, de Jack Goldstein, que gentilmente permitiu utilizar o local, sem nenhum custo.

Segue abaixo outra foto:

The "Seder" table
A mesa do “Seder”

 

Belmonte – Portugal dá as Boas-Vindas à Nova Professora de Hebraico

Penina-Amid-with-9A comunidade de Bnei Anussim em Belmonte, Portugal, estão com uma nova professora de hebraico. Penina Amid, que passou a maioria de sua carreira ensinando hebraico no sistema escolar israelense, e agora está aposentada, está viajando voluntarimente para Belmonte, durante o mês de Março, como parte de um projeto anual chamado “Mês do Hebraico”. O programa, que é patrocinado pela o município de Belmonte, destina-se principalmente para os não-judeus que desejam se conectar com o passado judaico de Belmonte – a cidade teve uma próspera comunidade judaica antes da Inquisição. Amid está dando uma aula semanal para os residentes locais.

Além disso, Amid está ensinando hebraico para os cerca de 100 membros da comunidade de Bnei Anussim em Belmonte. Estas aulas estão sendo realizadas diariamente e incluem ambos os grupos e sessões individuais “one-on-one”.

Belmonte é a base do emissário da Shavei Israel para Portugal, o Rabino Elisha Salas, que ensina os diferentes tópicos da vida judaica, em Português. Os Bnei Anussim de Belmonte nunca tiveram um professor hebraico dedicado… nunaca tiveram, até agora. Sua estadia na cidade não será longa, mas, com certeza, muito apreciada.

Amid está hospedada no centro Shavei Israel’s Beit HaAnusim, na cidade. Antes de sua visita a Portugal, ela também se ofereceu para ensinar hebraico aos judeus etíopes que haviam recem chegado a Israel.

Mais informações sobre Belmonte aqui neste artigo, de Leah Jaya Bisquert Bertomeu, que passou o Pessach com a comunidade dos Bnei Anussim, em 2013. O Rabino Shlomo Riskin também visitou Belmonte e escreveu sobre sua viagem em 2011.

Comício dos Bnei Menashe em Migdal HaEmek em apoio às Forças de Defesa de Israel

Bnei-Menashe-support-for-war-in-Migdal-HaEmek-300x168Como a operação “Muro de Proteção” continua sendo realizada na Faixa de Gaza, os Bnei Menashe se reuniram na semana passada para demonstrar seu apoio para as Forças de Defesa de Israel. 25 Bnei Menashe juntaram mais 200 moradores de Migdal HaEmek para acenar bandeiras israelenses, cantar e recitar salmos na rua principal desta cidade da baixa Galiléia, no norte de Israel.

35 novas famílias de imigrantes de Bnei Menashe, que haviam passado, anteriormente, pelo centro de absorção de Kfar Hasidim, mudaram-se para Migdal HaEmek com a ajuda da Shavei Israel, no início deste ano.
Como a operação “Muro de Proteção” continua sendo realizada na Faixa de Gaza, os Bnei Menashe se reuniram na semana passada para demonstrar seu apoio para as Forças de Defesa de Israel. 25 Bnei Menashe juntaram mais 200 moradores de Migdal HaEmek para acenar bandeiras israelenses, cantar e recitar salmos na rua principal desta cidade da baixa Galiléia, no norte de Israel.

35 novas famílias de imigrantes de Bnei Menashe, que haviam passado, anteriormente, pelo centro de absorção de Kfar Hasidim, mudaram-se para Migdal HaEmek com a ajuda da Shavei Israel, no início deste ano.
Como a operação “Muro de Proteção” continua sendo realizada na Faixa de Gaza, os Bnei Menashe se reuniram na semana passada para demonstrar seu apoio para as Forças de Defesa de Israel. 25 Bnei Menashe juntaram mais 200 moradores de Migdal HaEmek para acenar bandeiras israelenses, cantar e recitar salmos na rua principal desta cidade da baixa Galiléia, no norte de Israel.

35 novas famílias de imigrantes de Bnei Menashe, que haviam passado, anteriormente, pelo centro de absorção de Kfar Hasidim, mudaram-se para Migdal HaEmek com a ajuda da Shavei Israel, no início deste ano. Continue reading “Comício dos Bnei Menashe em Migdal HaEmek em apoio às Forças de Defesa de Israel”

Novo livro: Machzor Ner Pessach

machzor ner pesachA Shavei Israel junto com a editora Amazônia Judaica, publicou um novo livro para o público de língua portuguesa, o Machzor Ner Pessach.

O mesmo foi editado pelo Rabino Moisés Elmescany e o cantor David Salgado.

O Machzor Ner Pessach é um livro de orações que possui todas as tefilot desta festa, a leitura da Torá e o processo de busca do chametz, com suas bênçãos. Ele inclui o texto original dos serviços de Pessach em hebraico, assim como a tradução em Português e sua fonética. Este ‘Machzor’ possui o rito (nusach) das comunidades brasileiras e portuguesas de origem sefardita marroquina.

Graças a este livro, Anussim de várias comunidades de língua portuguesa podem facilmente ler, entender e seguir as tefilot, tanto aqueles nas comunidades que frequentam, quanto aqueles que rezam em casa, de modo a serem capazes de saber o que recitar cada dia.

O custo é de R$33 e você comprá-lo através do envio de um e-mail para spanish@shavei.org. Se correrem poderão tê-lo ainda antes de Pessach em casa!!

Chag Sameach a todos!

Livreto Especial de Purim – “A Salvação Através da União”

cover1A Shavei Israel publicou um livreto especial em honra da festa de Purim, a fim de permitir que o leitor de fala hispânica especialmente e também, todos os descendentes do povo judeu em todo o mundo, possam estudar e se conectar com a festa de Purim.

O livreto contém artigos sobre a festa, sua história, seu valor espiritual e suas leis, tudo escrito por diferentes membros de nossa organização.

Também traz músicas típicas de Purim (fonética em hebraico e espanhol), para que o leitor possa cantar com sua comunidade ou a família, com amigos ou em casa. E, com receitas para diferentes gostos das orelhas típicas de Haman!

A parte central deste livro especial é a publicação da ‘Meguilá’ em hebraico, espanhol e fonética do hebraico, pela primeira vez na história. A ‘Meguilá’ em espanhol permite o publico de língua espanhola entender o significado da historia e estudá-la de forma mais aprofundada, antes e durante a festa. A versão fonética permite ao leitor acompanhar a leitura da Meguilá na sinagoga, e, assim, cumprir a ‘mitzvah’ de não perder qualquer leitura de palavras, que é tão importante nesta festa.
Continue reading “Livreto Especial de Purim – “A Salvação Através da União””