As festividades de Israel

“(…) no mês primeiro, aos catorze dias do mês, é o Pessach do Eterno.
E aos quinze dias do mesmo mês haverá festa; sete dias se comerão pães ázimos. No primeiro dia haverá santa convocação; nenhum trabalho servil fareis (…) Assim, cada dia oferecereis, por sete dias, o alimento da oferta queimada em cheiro suave ao Eterno (…) E no primeiro dia do mês; nenhum trabalho servil fareis; será para vós dia de sonido de trombetas (Rosh Hashana) (….) E no dia dez deste sétimo mês tereis santa convocação, e afligireis as vossas almas; nenhum trabalho fareis. (Yom Kipur) (….) Aos quinze dias deste sétimo mês tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis; mas sete dias celebrareis festa ao Senhor (Sucot) (…) E falou Moisés aos filhos de Israel, conforme a tudo o que o Senhor ordenara a Moisés.”

(Bamidbar 28-29)

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A solidão de um homem de fé

Comentário sobre a porção semana da Torá – Balak

 

Nesta porção da Torá nos deparamos com Balak Ben Tzipor, rei de Moav, que teme o avanço dos filhos de Israel à sua terra, sabendo que este povo é ajudado por uma força transcendental que emana da vontade de D’us. Uma força da qual ele não pode lutar contra e, assim, tenta buscar ajuda através de feitiços mágicos.

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Opiniões subjetivas para um valor objetivo

Comentário sobre a Porção Semanal da Torá – Shelach Lechá

 

Nesta porção da Torá é decretado que o Povo de Israel viveria quarenta anos no deserto. Durante os eventos no deserto vem à tona – muito claramente – a regra que define quem viverá em liberdade e quem não.De qualquer modo, é nesta parashá da Torá que se determina o futuro de toda uma geração que morreria no deserto, e quem seriam aqueles que viveriam para entrar na Terra de Israel.

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Do lamento nasce o problema

Comentário sobre a Porção Semanal da Torá – Behaalotecha

 

 

Nesta Parashá a Torá nos mostra as diversas frustrações do Povo de Israel, pelas quais protesta e reclama diante de D’us. Em um desses casos, o povo vive uma sensação de “vazio”, sem que haja qualquer razão em particular. E a percepção deste vazio que provoca um lamento que se torna um fim em si. A Torá nos diz, neste caso, que D’us responde, incediando o acampamento. O outro caso é bem diferente.

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A diferença entre paz e shalom

Comentário sobre a porção semanal da Torá – Nassô

 

“O Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz”. Esta é a bênção que a Torá instrui sair da boca dos Cohanim, os sacerdotes, para todo o povo de Israel.

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Os Espiões de Moisés

Comentário sobre a Porção Semanal da Torá – Bamidbar

 

Esta parashá nos apresenta um dos acontecimentos mais dramáticos e decisivos que aconteceram aos nossos patriarcas no deserto, em seu caminho desde Egito a terra prometida. O trajeto entre o Monte Sinai e Eretz Israel deveria durar alguns dias apenas. O povo saiu do Egito acompanhado pela nuvem Divina e através de grandes milagres se encaminhava para Ertz Israel.

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A gravidade do engano e da defraudação

Comentário sobre as porções semanais da Torá – Behar-Bechukotai

 

“Não engane o seu próximo” este é o mandamento desta porção da Torá que acrescenta imediatamente, indicando a origem do noma: “Eu sou D’us.”

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