Um Daienu pessoal escrito por um Bnei Menashe

De’s nosso e De’s de nossos pais:

Enviaste a Shavei Israel para nos ajudar
– Isso teria sido suficiente para nós.

Estabeleceste centros de estudo na Índia
– Isso teria sido suficiente para nós.

Enviaste daianim para nos entrevistar
– Isso teria sido suficiente para nós.

Preparaste visas de aliá para a nossa viagem
– Isso teria sido suficiente para nós.

Trouxeste-nos à Terra Sagrada
– Isso teria sido suficiente para nós.

Enviaste-nos para um centro de absorção
– Isso teria sido suficiente para nós.

Deste-nos comida e alojamento
– Isso teria sido suficiente para nós.

Providenciaste professores de Torá para nos ensinarem
– Isso teria sido suficiente para nós.

Sentimo-nos como se nós mesmos tivéssemos passado pelo Êxodo pessoalmente. Obrigado!

Lyon Fanai, Aliá da Shavei Israel 2017

Lyon Fanai é um dos imigrantes Bnei Menashe que fez aliá com a ajuda da Shavei Israel. Lyon escreveu este Daienu pessoal para expressar a sua gratidão à Shavei Israel por ter tornado possível aquela que foi a viagem da sua vida. O Daienu é um hino que faz parte da Hagadá de Pesach. Canta-se durante o seder e, na sua versão original, expressa a gratidão dos judeus por terem sido livrados do Egito.

Neste Pesach, mais de 200 Bnei Menashe vão estar a passar pela experiência recente do seu próprio êxodo pessoal, celebrando o seu primeiro seder em Israel.

Para contribuir para mais daienus, por favor contribua para este trabalho tão importante da Shavei Israel, de trazer esta “tribo perdida” para casa.

Feliz Pesach para si, onde quer que festeja no Mundo!

E falando em Pesach, já adquiriu a sua Hagadá e o seu Machzor (livro de orações) de Pesach em português?

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One thought on “Um Daienu pessoal escrito por um Bnei Menashe”

  1. Mais de 100 judeus da tribo de Manassés chegaram a Israel esta semana. Os chamados “Bnei Menashe” se juntam a outros 3.500 de seus irmãos que já vivem em Israel. Ainda restam cerca de 7 mil deles no noroeste da Índia.

    O governo de Israel decidiu conceder vistos de residência e reconhecê-los como judeus apesar das controvérsias. Desde 2005 alguns rabinos defendem que eles são parte de uma das “dez tribos perdidas”, exilados de sua terra natal há cerca de 2.700 anos.

    Segundo relatos bíblicos, quando os assírios invadiram o norte do reino de Israel, em 721 a.C, a tribo de Manassés foi exilada. Suas viagens no exílio levaram-nos até a Pérsia (atual Irã), Afeganistão, Tibete e no leste da China, por volta de 240 a.C. Sua última parada foi em Manipur, no nordeste da Índia, onde estão até hoje.

    O rabino Michael Freund, presidente da Shavei Israel, organização dedicada a encontrar “judeus perdidos e escondidos e ajudá-los a se reconectar com Israel”, comemorou a chegada.

    “É muito apropriado que eles estejam chegando agora, uma semana antes da Páscoa. Estamos vendo nada menos que uma versão moderna do Êxodo do Egito”, disse ele ao Breaking Israel News.

    “Eles são parte das tribos perdidas e uma parte da nossa família. Os Bnei Manashe nunca se esqueceram de quem eram, de onde vieram e para onde queriam voltar. E é por isso que o Eterno os está abençoando por sua fidelidade.”

    Freund enfatizou ainda que a chegada desses “judeus das tribos perdidas” é cumprimento de antigas profecias de Isaías sobre Deus trazer de volta todo o seu povo para a terra que deu a Abraão, Isaque e Jacó como herança.

    “Qualquer um que leve a Bíblia a sério deve perceber que as promessas de Deus feitas a muito tempo estão se tornando reais agora”, comemora o rabino.

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